quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Estudos



palavra
 
A palavra "Sábados" de Colossenses 2.16



 Autor : Pr. Natanael Rinaldi

4 RAZÕES PORQUE A PALAVRA "SÁBADOS" DE COLOSSENSES 2.16 SE REFERE AO 7º. DIA DA SEMANA E NÃO AOS "DIAS DE FESTA" DE LEVITÍCO 23

Em polêmicas mantidas com os supostos guardadores do sábado (SGS) e citamos o texto de Colossenses 2.14-17 como prova bíblica da abolição do sábado semanal, somos contestados sob a alegação de que a palavra 'sábados de versículo 16 se refere aos por eles chamados "dias de festa" ou "sábados cerimoniais ou anuais". Entretanto, se eles aceitassem que a palavra sábados do texto em tela se aplica corretamente ao sábado semanal, não haveria prova bíblica de sustentar a guarda do sábado no Novo Testamento.

Teriam de concordar conosco que o sábado semanal foI abolido na cruz (Jo 19.30). E eles sabem disso. Então, quando em polêmicas levantadas por eles querendo sustentar a obrigatoriedade da guarda do sábado, explicam que a palavra sábados de Cl 2.16 se aplica aos por eles intitulados sábados cerimoniais ou anuais de Levítico 23. É a resposta óbvia que dão quando alguém aponta Colossenses 2.14-17 como prova bíblica da abolição do sábado semanal. Dizem: "Então você não sabe que existem dois sábados nas Escrituras? O sábado semanal, que é de caráter moral, e o sábado cerimonial ou anual? Este - sim - foi abolido na cruz, mas o sábado semanal continua obrigatório".

NOSSA RESPOSTA À EXPLICAÇÃO DE CL 2.14-17:

Damos quatro razões para explicar que a defesa feita pelos supostos guardadores do sábado (SGS) com relação à sua guarda é sem base bíblica:

PRIMEIRA RAZÃO: A expressão de Colossenses 2.16 "dias de festa' se relaciona com os feriados anuais ou sábados cerimoniais denominados dias de festa": "São estas as festas fixas do Senhor, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR... (Lv 23.37)." Logo, os sábados cerimoniais ou anuais, já estão incluídos nessa frase, restando à palavra sábados o sentido diferente de sábados semanais, "Além dos sábados do SENHOR"...(Lv 23.38). Eram sete as festas anuais judaicas mencionadas em Levítico 23: 1.Festa dos Asmos - v. 6 2.Festa da Páscoa - v. 5 3.Festa de Pentecostes - v. 15, 16 4.Festa das Trombetas - v. 24 5.Festa da Expiação - v. 27, 28 6.Festa dos Tabernáculos (primeiro dia da festa)- v. 34 7.Festa dos Tabernáculos (último dia da festa) - v. 36

SEGUNDA RAZÃO: A fórmula 'dias de festa, luas novas e sábados' é a fórmula consagrada para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais ou inversamente, semanais, mensais e anuais. Exemplos bíblicos da fórmula: Exemplo n. 1: "Em Números 28 encontramos os holocaustos para os dias de sábados (semanais), para as luas novas (mensais) e dias de festa (anuais) nos seguintes versículos": "... no dia de sábado dois cordeiros de um ano, sem mancha... Holocausto é do sábado em cada semana..." (v. 9,10) "E as suas libações serão a metade dum him de vinho para um bezerro... este é o holocausto da lua nova de cada mês, segundo os meses do ano." (v. 14) "Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é a páscoa do Senhor; E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães asmos." (v. 16,17) Exemplo n. 2: 1 Cr 23.31: "E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados (cada semana), nas luas novas (cada mês) e nas solenidades (cada ano) por conta, segundo o seu costume, continuamente (o parêntese é nosso)". Exemplo n. 3: 2 Cr 2.4: "Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para o pão contínuo da proposição, e para os holocaustos da manhã e da tarde (cada dia), nos sábados (cada semana) e nas luas novas (cada mês) e nas festividades do Senhor nosso Deus... (cada ano)." (o parêntese é nosso) Exemplo n. 4: 2 Cr 8.13: "E isto segundo o dever de cada dia, oferecendo segundo o preceito de Moisés, nos sábados (cada semana) e nas luas novas (cada mês), e nas solenidades (cada ano), três vezes no ano"... (o parêntese é nosso)

Exemplo n. 5: 2 Cr 31.3: "Também estabeleceu a parte da fazenda do rei para os holocaustos, para os holocaustos da manhã e da tarde, e para os holocaustos dos sábados (cada semana), e das luas novas (cada mês), e das solenidades (cada ano), como está escrito na lei do Senhor." (o parêntese é nosso) Exemplo n. 6 Ez 45.17: "E estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações, nas festas (cada ano), e nas luas novas (cada mês), e nos sábados (cada semana), em todas as solenidades da casa de Israel." (o parêntese é nosso) ] Exemplo n. 7: Cl 2.16: "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, (cada ano) ou da lua nova,(cada mês) ou dos sábados," (cada semana).

TERCEIRA RAZÃO: Dizem os SGS que: "Os termos sábado, sábados e dia de Sábado ocorrem sessenta vezes no Novo testamento, e em cada caso exceto um, refere-se ao sétimo dia". Em Col. 2.16 e 17 faz-se referência aos sábados anuais relacionados com as três festas anuais observadas por Israel antes do primeiro advento de Cristo. (ESTUDOS BÍBLICOS p. 378 - CASA, edição de 1984). Perguntamos: Em qual caso fazem exceção? Justamente o de Colossenses 2.16. Então os termos "sábado, sábados e dia de sábado" aparecem 60 vezes e sempre se referem ao sétimo dia com exceção de um - o de Colossenses 2.16. Se dermos à palavra 'sábados' o sentido de sábado semanal teremos em apoio da nossa interpretação 59 referências bíblicas, reconhecidas pelos próprios SPS como sábados semanais. Se os SGS derem o sentido de sábado anual ou cerimonial à palavra 'sábados' de Colossenses 2.16 só terão em apoio de sua interpretação uma única referência. Logo, a nossa interpretação é a correta.

E por quê? Porque é regra de hermenêutica que a Bíblia com a própria Bíblia se interpreta. Se duas pessoas se candidatam a um cargo eletivo e um deles alcançar 59 votos e outro só um, quem é o vencedor? É óbvio o que teve mais votos. Assim os dias sagrados anuais são conhecidos pela expressão 'dias de festa'; os dias sagrados mensais, indicados pela expressão 'lua nova'; os dias sagrados semanais pela palavra 'sábados'. Se conservamos o verdadeiro sentido de 'dias de festa' para os chamados sábados anuais, teremos dentro da palavra 'sábados', mencionada em seguida, o sentido de sábado semanal. Logo, todo ciclo de dias sagrados do judaísmo: anuais, mensais e semanais, são indicados pela expressão 'dias de festa, lua nova e sábados' e terminaram na cruz e não devem ser motivo de críticas como fazem os SPS e muito menos que seja necessária a sua guarda do para salvação.

QUARTA RAZÃO: Alegam ainda os SGS que no texto de Colossenses 2.16 a palavra "sábados" aparece no plural e que essa palavra no "Velho Testamento, é aplicada não somente ao sétimo dia, mas a todos os outros dias de repouso sagrado que eram observados pelos hebreus, e particularmente ao começo e encerramento de suas grandes festividades." E concluem dizendo, "Se houvesse usado a palavra no singular, 'o sábado', teria ficado claro, naturalmente, que ele pretendia ensinar que esse mandamento havia deixado de ser obrigatório, e que o sábado não mais devia ser observado." (Do Sábado Para o Domingo, p. 32, Carlyle B. Haynes, edição 1996, CASA) Como dissemos na TERCEIRA RAZÃO os próprios SGS declaram que "os termos "sábado, sábados e dia de sábado" aparecem 60 vezes e sempre se referem ao sétimo dia com exceção de um - o de Cl 2.16."

Mas, pode-se observar ainda que no Novo Testamento aparece a palavra sábados no plural referindo-se aos sábados semanais nas seguintes passagens (MT 12:5) "Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?" (MT 12:12) "Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados." (LC 4:31) "E desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e os ensinava nos sábados." (LC 6:2) "E alguns dos fariseus lhes disseram: Por que fazeis o que não é lícito fazer nos sábados?" (LC 6:9)

"Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?" (JO 5:9) "Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado." (JO 5:16) "E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado." (JO 5:18) "Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus." (AT 13:27) "Por não terem conhecido a este, os que habitavam em Jerusalém, e os seus príncipes, condenaram-no, cumprindo assim as vozes dos profetas que se lêem todos os sábados." (AT 17:2) "E Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três sábados disputou com eles sobre as Escrituras,"

Se, nas passagens relacionadas, a palavra sábado é encontrada no plural "sábados" e significa o sábado semanal, por que só em Colossenses 2.16 a palavra "sábados" haveria de ser interpretada como o tal sábado cerimonial das solenidades anuais? (AT 18:4) "E todos os sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos." (CL 2:16) "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados," OPINIÃO DE SAMUELLE BACCHIOCHI SOBRE CL 2.16-17 (Para os que não o conhecem, SAMUELLE BACCHIOCHI, falecido recentemente, famoso escritor e líder da IASD escreveu um livro com o título em inglês "FROM SABBATH TO SUNDAY", p. 358-360), em português "DO SÁBADO PARA O DOMINGO", páginas 358-360).

Afirma ele sobre a palavra "sábados" de Colossenses 2.16: "O sábado em Colossenses 2.16: O tempo sagrado prescrito por falsos mestres refere-se como sendo 'um sábado festival' ou a lua nova ou um sábado. - 'eortes e neomnia o sabbaton.' (2.16). O consenso unânime de comentaristas é que estas três expressões representam uma lógica e progressiva seqüência (anual, mensal e semanal). Este ponto de vista é válido pela ocorrência desses termos...

Um outro significativo argumento contra os sábados cerimoniais ou anuais é o fato de que estes já estão incluídos nas palavras 'dias de festa...'Esta indicação positivamente mostra que a palavra SABBATON como é usada em Cl 2.16 não pode se referir aos sábados festivais, anuais ou cerimoniais. Determinar o sentido de uma palavra, baseando-se exclusivamente em conceitos teológicos em prejuízo de evidências línguísticas e contextuais, é estar contra as regras de hermenêuticas bíblicas.

Ademais, a interpretação que o Comentário Adventista dá à palavra 'sábados' de Cl 2.16 é difícil de ser sustentada, desde que temos visto que o sábado pode legitimamente ser tido como 'sombra' ou símbolos preparatórios de bênçãos da salvação presente e futura."




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Deveriam os Cristãos Guardar o Sábado Hoje em Dia?


O Que a Bíblia Diz?

No Velho Testamento, Deus ordenou aos israelitas que santificassem o dia do sábado e não trabalhassem nesse dia. Deveriam os cristãos de hoje, também, descansar e adorar no dia do sábado? Muitos grupos religiosos (Adventistas do Sétimo Dia, por exemplo) ensinam que deveríamos. O que a Bíblia diz?

Em Êxodo 20:8-11 Deus ordenou aos judeus que guardassem o dia do sábado (veja nota 1). No Novo Testamento, vemos que as leis do Velho Testamento eram para continuar somente até a morte de Cristo. (Nas passagens seguintes, a ênfase está acrescentada para esclarecer o sentido).

Efésios 2:14-15
"Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homen, fazendo a paz." Esta passagem mostra que Cristo aboliu a "lei dos mandamentos". Desde que a guarda do sábado era um destes mandamentos, e não foi incluída no Novo Testamento, não necessitamos guardar o sábado.

Romanos 7:4-7
"Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte. Agora porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra. Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás." Esta passagem claramente diz que morremos para a lei e estamos, portanto, "libertos da lei". A lei de que Paulo falava incluía os dez mandamentos, porque no versículo 7 ele citou: "Não cobiçarás" como uma das leis. (Veja Nota 2).

2 Coríntios 3:6-11
"O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. E se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito? Porque se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. Porquanto, na verdade, o que outrora foi glorificado, neste respeito já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória. Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente." Aqui Paulo está comparando o ministério da morte e da condenação com o ministério do Espírito e da justiça. O ministério da morte estava desaparecendo, mas o ministério do Espírito estava continuando. Mas qual era o ministério da morte e da condenação que estava desaparecendo? Era o ministério "gravado com letras nas pedras". Se cremos no Novo Testamento, temos que acreditar que a revelação escrita nas pedras, no Velho Testamento (os dez mandamentos), já morreu. Esta passagem afirma isso claramente.

Gálatas 3:15-5:4
Gálatas 3:19­ "Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador." Se a lei foi acrescentada até que Cristo veio, então o domínio da lei parou quando Cristo veio.

Gálatas 3:24-25­ "De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio." A lei foi nosso instrutor, para levar-nos a Cristo, mas agora que Cristo veio, "já não permanecemos subordinados ao instrutor".

Gálatas 4:1-5­ "Digo, pois, que durante o tempo em que o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo. Mas está sob tutores e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai. Assim também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos." A lei foi dada para a infância do povo de Deus. Cristo veio para nos adotar como filhos e redimir-nos da lei.

Gálatas 4:24,31­ "Estas cousas são alegóricas: porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Hagar. . . . E assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e, sim, da livre." Neste trecho, Paulo compara a lei dada no Sinai com Hagar (a mulher escrava), e a nova aliança com Sara (a esposa livre). Ele diz claramente que somos da mulher livre e não da mulher escrava. Portanto, estamos sob a nova aliança e não sob a aliança do Monte Sinai, que incluiu os dez mandamentos. Por favor, estude cuidadosamente este assunto, por completo.

Gálatas 5:4­ "De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes." A conseqüência da volta para a lei é que decaímos da graça.

Hebreus 7-10
Hebreus 7:12­ "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei." A lei foi mudada.

Hebreus 7:18-19­ "Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou cousa alguma) e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus." A antiga aliança foi revogada.

Hebreus 8:7-13­ "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para segunda. E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer." Temos uma nova aliança. Por que voltar para a velha?

Hebreus 9:4­ "Ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso, e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, a vara de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança." A aliança a que ele tem se referido inclui as "tábuas da aliança": os dez mandamentos.

Colossenses 2:16-17
"Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo." Talvez seja este o texto mais importante de toda esta discussão, porque ele claramente menciona o dia do sábado como parte da sombra que foi substituída por Cristo. (Veja Notas 3 e 4). O sábado não é, para nós, hoje, mais parte do padrão de Deus do que a conservação do festival da lua nova. Ambos foram partes da aliança do Velho Testamento, que foi substituída pela nova aliança de Cristo.

Os cristãos de hoje têm que seguir o Novo Testamento, que não ordena que qualquer dia seja completamente posto de lado como um dia de descanso, mas sim, mostra o padrão dos cristãos reunindo-se para adorar juntos nos domingos (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:1:2). (Veja Notas 5 e 6).

Nota 1
O sábado era só para os judeus.
Muitas passagens mostram que o mandamento para guardar o sábado foi dado somente aos judeus. Por exemplo:

· Êxodo 31:12-18­ "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirás: Certamente guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto guardareis o sábado, porque é santo para vós outros: aquele que o profanar, morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer alguma obra morrerá. Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou e tomou alento. E, tendo acabado de falar com êle no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus." Aqui ele afirmou que o sábado era entre Deus e os filhos de Israel.

· Deuteronômio 5:1-3, 12­ "Chamou Moisés a todo o Israel, e disse-lhe: Ouvi, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos, para que os aprendais e cuideis em os cumprirdes. O Senhor nosso Deus fez aliança conosco em Horebe. Não foi com nossos pais que fez o Senhor esta aliança, e, sim, conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos...Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o Senhor teu Deus." A aliança que incluía o dia do sábado foi exclusivamente feita com os israelitas e com ninguém mais.

· Ezequiel 20:10-12­ "Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto. Dei-lhes os meus estatutos, e lhes fiz conhecer os meus juízos, os quais cumprindo-os o homem, viverá por eles. Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica." Aqueles a quem a lei do sábado foi dada foram o povo de Israel, aqueles que foram resgatados do Egito.

Às vezes, os adventistas mostram que Deus descansou no sétimo dia da criação (Gênesis 2:1-3). E daí eles deduzem que aos homens foi ordenado que guardassem o sábado desde o tempo da criação. Mas nenhuma passagem afirma isso. De fato, a primeira vez que lemos sobre homens guardando o sábado, ou um mandamento para os homens guardarem o sábado, é em Êxodo 16, depois que Moisés tinha guiado os israelitas para fora do Egito. Gênesis 2 mostra que Deus descansou no sétimo dia, mas não ordena que os homens guardem o sétimo dia. De fato, a Bíblia nunca ordenou aos gentios que guardassem o sábado ­ somente os judeus ­ desde o tempo de Moisés até Cristo.

Nota 2:
Há diferença entre lei moral e lei cerimonial?
O Novo Testamento mostra que os cristãos não estão mais sob a obrigação de guardar a lei do Velho Testamento. Os adventistas e outros tentam escapar do significado destes textos, inventando a diferença entre a lei moral, que eles chamam a lei de Deus, e a lei cerimonial, que eles chamam a lei de Moisés. Normalmente, eles ensinam que a lei cerimonial foi abolida por Cristo (assim não guardamos a Páscoa nem oferecemos sacrifícios de animais) mas a lei moral ainda está vigente. Esta distinção não está na Bíblia.

A Bíblia usa as expressões lei do Senhor e lei de Moisés, sem fazer distinção, nos mesmos casos:

· 2 Crônicas 34:14­ "Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à casa do Senhor, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés."

· Esdras 7:6­ "Ele era escriba versado na lei de Moisés, dada pelo Senhor Deus de Israel; e, segundo a boa mão do Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto lhe pedira."

· Neemias 8:1, 8, 14, 18­ "Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel. . . . Leram no Livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia. . . . Acharam escrito na lei que o Senhor ordenara, por intermédio de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, durante a festa do sétimo mês. . . . Dia após dia leu Esdras do livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último; e celebraram a festa por sete dias; no oitavo dia houve uma assembléia solene, segundo o prescrito."

· Neemias 10:29­ "Firmemente aderiram a seus irmãos, seus nobres convieram numa imprecação e num juramento, de que andariam na lei de Deus, e que foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus; de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Deus, e os seus juízos e os seus estatutos."

Em diversas ocasiões,"mandamentos cerimoniais" eram chamados de lei do Senhor: Sacrifícios de animais, sacerdócio, dias de festas (2 Crônicas 31:3-4), a festa dos tabernáculos (Neemias 8:13-18), a consagração dos primogênitos e as oferendas para purificação depois do parto (Lucas 2:23-24). Em outras ocasiões, as leis morais eram ditas como vindo de Moisés. Por exemplo, o mandamento para honrar os pais (Marcos 7:10). Para simplificar, a distinção entre a lei cerimonial de Moisés e a lei de Deus é uma invenção da teologia adventista. Não é encontrada na Bíblia.

Nota 3:
O dia do sábado de Colossenses 2:16 é o sábado semanal.

Algumas vezes, quando confrontados com Colossenses 2:16, que ensina que o dia do sábado foi uma parte da sombra que foi substituída por Cristo, os adventistas replicam que Colossenses 2:16 está se referindo aos "sábados anuais", e não aos "sábados semanais." A verdade é que o termo sábado é usado na Bíblia quase exclusivamente para os sábados semanais e é a própria palavra usada pelo Senhor quando ele deu os dez mandamentos. A única festa anual, para a qual a palavra sábado foi aplicada, é o Dia da Expiação (Levítico 16:31-32).

Olhem cuidadosamente a lista dos tipos de "sombra" em Colossenses 2:16: "comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados". Depois de mencionar comida e bebida, ele (Paulo) também menciona festas (celebrações anuais), lua nova (celebrações mensais) e sábados (celebrações semanais). [E, interessante, muitos adventistas tentam manter as mesmas regras do Velho Testamento sobre comida (estude Marcos 7:19 e Atos 10:9-16)]. Repetidamente, este agrupamento anual, mensal e semanal (às vezes diário) de festas é feito na Bíblia:

· 1 Crônicas 23:30-31­ "Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor, e o louvarem; e da mesma sorte à tarde. E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados, nas luas novas, e nas festas fixas, perante o Senhor, segundo o número determinado."

· 2 Crônicas 2:4­ "Eis que estou para edificar a casa ao nome do Senhor meu Deus e lha consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e lhe apresentar o pão contínuo da proposição, e os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festividades do Senhor nosso Deus; o que é obrigação perpétua para Israel."

· 2 Crônicas 8:13­ "E isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas, três vezes no ano: na festa dos pães asmos, na festa das semanas e na festa dos tabernáculos."

· 2 Crônicas 31:3­ "A contribuição que fazia o rei da sua própria fazenda era destinada para os holocaustos, para os da manhã e os da tarde, e para os holocaustos dos sábados, das luas novas e das festas fixas, como está escrito na lei do Senhor."

· Neemias 10:33­ "Para os pães da proposição, e para a contínua oferta de manjares, e para o contínuo holocausto dos sábados, das luas novas, para as festas fixas, e para as cousas sagradas, e para as ofertas pelo pecado, para fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus."

· Ezequiel 45:17­ "Estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel: ele mesmo proverá a oferta pelo pecado, e a oferta de manjares, e o holocausto, e os sacrifícios pacíficos, para fazer expiação pela casa de Israel."

· Oséias 2:11­ "Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades."

Paulo usa o mesmo agrupamento em Colossenses 2:16. Por que haveria alguém de torcer suas palavras para fazer com que significasse festas anuais quando ele fala de sábados?

Nota 4:
O significado espiritual do sábado

O dia do sábado era uma sombra da realidade espiritual trazida por Cristo (Colossenses 2:16-17). O sábado significa descanso e libertação do trabalho: Cristo trouxe o descanso e a libertação do pecado. Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava (Mateus 11:28-30). Mesmo a libertação e o descanso que Jesus nos dá agora são apenas uma antecipação do descanso verdadeiro que os cristãos experimentarão no céu (Hebreus 4:9).

Nota 5:
Os primeiros cristãos adoravam no domingo

Duas passagens mostram claramente que os primeiros cristãos adoravam nos domingos:

· Atos 20:7­ "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo que devia seguir de viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite." Notem que este dia era um domingo. Os adventistas argumentam que esta reunião era na noite de sábado, mas as Escrituras dizem que era no primeiro dia da semana. Notem também que o propósito da reunião deles era partir o pão. Nesse trecho, e referindo a outras passagens (Atos 2:42; 1 Coríntios 10:16; 11:18-34), está claro que isto se refere à Ceia do Senhor. Os adventistas argumentam que eles se reuniram porque Paulo partiria no dia seguinte, mas o trecho diz que eles se reuniram para partir o pão.

· 1 Coríntios 16:1-2­ "Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for." Os primeiros cristãos, aqui, contribuíam com seu dinheiro no primeiro dia da semana. Por que seria feita a coleta no domingo, se os cristãos não se reunissem nesse dia?

Nota 6:
Respondendo a objeções

· Jesus guardou o sábado. Certamente que sim. Jesus era um judeu nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e portanto obedeceu a todas as leis do Velho Testamento. Jesus foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote, pela purificação, guardou a Páscoa, etc. (Lucas 2:21; 5:12-14; Mateus 26:18-19). Mas quando Jesus morreu, ele inaugurou a nova aliança e revogou a velha. Se o fato que Jesus guardou a Páscoa não prova que nós também deveríamos guardá-la, então o fato que Jesus guardou o sábado não prova que nós deveríamos guardá-lo também.

· Paulo guardou o sábado. As Escrituras não ensinam isto. Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (Atos 18:4, por exemplo). O sábado era o dia quando as pessoas se juntavam na sinagoga e Paulo aproveitou-se dessas oportunidades para ensinar muitas pessoas. Se eu tivesse permissão para ensinar lá, eu haveria de ir a assembléias adventistas todos os sábados. Mas a ida de Paulo às sinagogas, para ensinar no sábado, não prova que ele guardou o sábado como um dia santo de descanso.

· Para sempre. No Velho Testamento, o sábado era "por aliança perpétua nas suas gerações" e "entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre" (Êxodo 31:16-17). Os adventistas argumentam que estes termos mostram que a guarda do sábado semanal nunca terminará (descansaremos no céu, também?). Mas o verdadeiro significado de "para sempre" e "perpétua", neste trecho, é limitado por "nas suas gerações". Estas expressões significam "duração de uma era". Outros mandamentos do Velho Testamento foram "para sempre": por exemplo, a Páscoa (Êxodo 12:24). Muitos mandamentos do Velho Testamento foram "perpétuos": a queima do incenso (Êxodo 30:21), o sacerdócio Levítico (Êxodo 40:15), as ofertas de paz (Levítico 3:17), a parte dos sacerdotes nos sacrifícios (Levítico 6:18, 22; 7:34, 36), o sacrifício anual de animais pela expiação dos pecados (Levítico 16:29, 31,34), etc. Os adventistas, normalmente, não ensinam que sacrifícios de animais, queima de incenso ou a guarda da páscoa têm que ser continuados hoje; porque, entã, deveriam eles argumentar que a guarda do sábado tem que ser continuada hoje?

· Jesus não veio para revogar a lei. Mateus 5:17-18 diz: "Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar; vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra." Neste trecho, Jesus está ensinando que seu propósito não era contra a lei. Ele não veio para demolir ou destruir a lei. De fato, Ele era o cumprimento da lei. A lei predisse a vinda de Cristo e a nova aliança que ele haveria de trazer. Esta passagem não está, certamente, ensinando que cada "i" ou "til" da lei obrigaria para sempre; nem os adventistas afirmam isso. Mas em vez disso, que toda a lei e os profetas haveriam de desempenhar suas funções propostas, até o seu cumprimento.

· Jesus disse para orarem para que sua fuga não fosse no sábado. Mateus 24:20 diz: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado." Nesse trecho, Jesus estava considerando a iminente destruição de Jerusalém. Ele deu aos seus discípulos o sinal pelo qual eles poderiam saber quando a hora de fugir houvesse chegado. E ele os aconselhou a orar para que sua fuga não viesse em um tempo difícil. Havia várias razões porque seria mais difícil fugir no sábado. Normalmente, os judeus trancavam as portas da cidade no sábado, e poderiam ser impedidos em sua fuga por judeus fanáticos; o sábado dificultaria a capacidade dos cristãos para comprar os mantimentos necessários para a fuga. Quando Jesus os avisou para que orassem para que a fuga não fosse num dia de sábado ou no inverno, ele não estava admitindo que os cristãos deveriam guardar o sábado, mais do que deveriam guardar o inverno.

· O papa mudou o sábado. Quando os argumentos da Bíblia lhes falham, os adventistas gostam de tentar provar que os primeiros cristãos guardavam o sábado, mas que esta guarda foi mais tarde mudada para o domingo, pela igreja católica. Mesmo descontando a evidência da Bíblia, esta afirmação pode ser desmentida historicamente. Tanto Inácio como Justino Mártir se referem aos cristãos adorando no domingo e eles escreveram no segundo século, muito antes de haver um papa ou uma igreja católica. Mas pesquisar através de documentos históricos é desnecessário. A Bíblia decide a questão e isso deveria ser suficiente para aqueles que têm fé em Deus.

por Gary Fisher
Fonte:
MINISTÉRIO APOLOGÉTICO CACP

 



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Porque não precisamos guardar o Sábado




Simplesmente porque...

– O Sábado faz parte de um concerto ou pacto entre Deus e o povo israelita:

“Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério” (Ex.31:16).

“Lembra-te (povo hebreu) de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia do sábado” (Dt. 5:15, parênteses do autor).


– Antes do concerto do Sinai Deus não ordenou a ninguém que guardasse o Sábado:

“E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida” (Gn.3:17); “Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”Gl.3:10); “Guardais dias(no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós” (Gl.4:10-11, parêntesis nosso); “ concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Rm.3:28).

– Jesus Cristo foi a última pessoa que teve obrigação de guardar a Lei e o Sábado:

“mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos”(Gl.4:4-5; Rm. 10:4).

– O Sábado faz parte da lei e esta foi por Cristo abolida totalmente:

“... e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz”(Cl.2:14); “mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto (a Lei), permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele (a Lei e tudo o que nela está incluído, no nosso caso o Sábado) abolido” (II Cor.3:14). { Grifo do autor}.

Os adventistas, para imporem a obrigatoriedade da guarda do Sábado, se valem de argumentos infundados estabelecendo uma distinção entre a Lei Moral e Lei Cerimonial, Lei de Deus e Lei de Moisés, dizendo que a Lei Moral ou lei de Deus se restringe aos 10 mandamentos e continuará para sempre, e que a Lei de Moisés ou Lei cerimonial abrange o Pentateuco escrito por Moisés e foi abolida. Essa distinção é imprópria e inescriturística.

Vejamos:

- “E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés” (Ne.8:1). Observe a expressão “o livro da Lei de Moisés”. Este mesmo livro, denominado de “Lei de Moisés” é, a seguir, assim chamado: “E leram no livro, na Lei de Deus; e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse”; “E acharam escrito na Lei que o Senhor ordenará, pelo ministério de Moisés, ...”(Ne.8:8; 8:14)

- “Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá”(Mc.7:10).
Ora, nós sabemos pôr Êx. 20:12 que se trata do quinto mandamento, e, no entanto se diz que “Moisés disse”.

- “Não vos deu Moisés a lei? No entanto nenhum de vós cumpre a lei. Por que procurais matar-me?” (Jo. 7:19). Onde a Lei proíbe o homicídio? Em Êx. 20:13, dentro dos dez mandamentos. O decálogo é chamado por Jesus de Lei de Moisés.

O apóstolo Paulo chama o decálogo de Lei; “... pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera” (Rm.7:7). Para o apóstolo Lei mosaica e decálogo eram a mesma coisa.

Essa divisão da lei em duas é artificial, sem qualquer apoio bíblico, mas fundamental para impor a guarda do Sábado na doutrina Adventista.


– Estamos em um novo concerto muito melhor, fazendo-se necessário à mudança da Lei:

“Mas agora alcançou ele (Jesus) ministério tanto mais excelente quanto é mediador de um melhor pacto (aliança ou concerto), o qual está firmado sobre melhores promessas” (Hb. 8:6). {Grifo meu}

Faz-se, aqui, necessário uma explicação sobre o nosso novo concerto e a mudança da Lei. Foi o próprio Cristo que instituiu a nova aliança (Mt.26:28) trazendo assim uma nova concepção da vida espiritual que Deus quer que tenhamos. Isso foi tão profundo que os judeus não entenderam e nem aceitaram. A lei dizia: “olho por olho, e dente por dente”. Jesus disse: “não resistais ao mal; mas se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt.5:38-39). A mudança que foi feita não exclui nem um til da lei (Mt.5:18), mas uma concepção mais profunda da mesma. Isso nem os Judeus e muito menos os Adventistas entendem. Quanto ao Sábado, a Lei dizia que deveria ser guardado e santificado (Ex.20:8), mas no novo pacto isso muda e o que tem que ser guardado e santificado é o povo de Deus, não só em um dia da semana, mas nos sete. Isso é pelo fato do Sábado ser feito para o homem e não o homem para ser escravo do Sábado (Mc.2:27-28). Todos os dias para os cristãos têm que ser santo e especial, pois em qualquer um desses dias Jesus pode voltar (Mc.13:32). A nova concepção do Sábado é muito mais profunda do que qualquer sabatista possa querer explicar, pois muitas são as mudanças na visão dessa lei da guarda do Sábado. Em Hebreus (capítulo 4) Jesus é o próprio Sábado e é claro que o Senhor reina em todos os dias. Para a Igreja o Sábado, que era o dia da santificação, tornou-se todos os dias. É uma pena que os Adventistas e sabatistas consagrem apenas um dia para o Senhor, pois A IGREJA DE CRISTO CONSAGRA TODOS OS DIAS PARA O SEU SENHOR.

Explica o seguinte o Dr. G. Archer sobre essa problemática: “...a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte. O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja (Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar (Jo.19:30, Cf. Lv.), o sacerdócio arônico (Êx.28) foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5). Também o quarto mandamento, dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial (Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro símbolo, mais apropriado à nova dispensação - O DOMINGO “Dia do Senhor”. (Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas, pág. 125)

– No novo concerto, sob qual estamos (Hb. 8:6), não existe mandamento para guardar o Sábado embora encontremos todos os outros do decálogo.

Leiamos:

“Perguntou-lhe ele: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe; e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se quereres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Mas o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste; porque possuía muitos bens” (Mt.19:18-22).


É evidente que, na opinião dos sabatistas, uma das mais importantes doutrinas é a da guarda do Sábado. Se realmente fosse tão importante a guarda sabática, então seguramente teria de haver menção do mandamento no Novo Testamento. Entretanto, todos os outros mandamentos do decálogo são repetidos muitas vezes, porém o fato é que não encontramos o mandamento sobre o Sábado no Novo Testamento nem sequer uma vez. No caso do jovem rico, Jesus enumerou a maioria dos mandamentos, mas deixou de fora o mandamento sobre o sétimo dia. O grande questionamento seria o porquê o Novo Testamento, que cita todos os demais mandamentos do decálogo, não explicita a questão da guarda sabática.

– O apóstolo Paulo era apóstolo dos gentios, mas nunca ensinou ninguém a ficar guardando dias. Muito pelo contrário, ele afirmou que se alguém ficar guardando dias o evangelho da graça é inútil para essa pessoa:

“Guardais dias (no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós... Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça decaístes”. (Gl.4:10-11; 5:4). {Grifo meu)


- Os sabatistas condenam quem não guarda o Sábado e afirmam que esta pessoa não será salva.

“Foi-me mostrada então uma multidão que ululava em agonia. Em suas vestes estava escrito em grandes letras: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. Perguntei (ao anjo) quem era aquela multidão. O Anjo disse: Estes são os que já guardaram o sábado e o abandonaram. Vi que eles haviam ... enlameado o resto com os pés – pisando o sábado a pés; e por isso foram pesados na balança e achados em falta.” (Primeiros Escritos, pág.37)

O apóstolo Paulo da uma dura repreensão para estas pessoas que condenam os seus irmãos:

“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é o Senhor para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente” (Rm.14:4-5).
“Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão” (Rm.14:13).


Sabemos de dezenas de histórias de pessoas que ficaram endividadas e chegaram até a passar necessidades e sabe porquê? Os sabatistas proibiram o irmão de trabalhar naquela determinada firma, pois lá se trabalhava aos sábados. É impressionante como uma doutrina chega a ser extremista e a prejudicar a comunidade.

Ainda bem que existe as verdadeiras Igrejas de Cristo para ensinar a verdade para as pessoas. A verdade é libertadora (Jo. 8:32) e não opressora como esta doutrina. As pessoas procuram as igrejas para tirarem o fardo pesado das costas (Mt. 11:28-30) e muitas vezes ao chegarem lá os seus fardos não se aliviam e sim ficam mais pesados. É o coso de quem se achega à igreja Adventista, pois quem não guarda o Sábado está fora da comunhão e doutrina da igreja. Os líderes condenam veementes os que ali no meio não cumprem a guarda deste dia. Isso é muito triste!

Explicando Colossenses 2:16

“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).


Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais. Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas (vrs. 17).
Autor : Prof. João Flávio Martinez








Podemos violar o Sábado?


Geralmente quando encontramos um sabatista somos interrogados acerca da guarda da lei de Deus e da guarda do sábado. Pergunta o sabatista?

“Você guarda a lei de Deus?”

Nossa resposta é:Sim.

Então continua ele.

“Você guarda o sábado?”. Nossa resposta invariavelmente é: Não!

Dizem eles, “Então não sabe que a lei de Deus é integrada pelos dez mandamentos e que a quebra de um mandamento envolve a quebra de todos? Citam para nós Tiago 2.10 como prova bíblica - “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos“.

NOSSA RESPOSTA

Analisemos, de novo, a pergunta com que iniciam o diálogo conosco:

“Você guarda a lei de Deus?”

Qual deve ser nossa resposta? "Sim" – respondemos nós.

Mas não esqueça que estamos vivendo sob o Novo Concerto ou Nova Aliança e que dentro da Nova Aliança ou Novo Concerto não existe mandamento para guardarmos o sábado. Por exemplo, nunca Jesus mandou guardar o sábado, embora saibamos que ele guardou a lei com 613 mandamentos, considerando que ele nasceu sob a lei. “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.” (Gálatas 4:4, 5)

ABRANGÊNCIA DA LEI DE DEUS

Além disso, deve ter-se presente que a lei de Deus não consiste de apenas dez mandamentos, mas de 613 mandamentos. Paulo escrevendo aos gálatas disse:

“Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”. (Gl 3.10)

A lei de Deus contém preceitos morais fora dos dez mandamentos como também, dentro dos 10 mandamentos, existe um preceito cerimonial ou ritual e que foi abolido por Cristo, isto é, a guarda do sábado, da mesma forma que foram outros preceitos cerimoniais fora do decálogo. Hoje vivemos sob a lei de Cristo e não mais sob a lei de Moisés.

“Pois, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos para ganhar o maior número possível: Fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse eu debaixo da lei (embora debaixo da lei não esteja), para ganhar os que estão debaixo da lei; para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei”.(1 Co 9.19-21).

JESUS CUMPRIU OS PRECEITOS CERIMONIAIS DA LEI

Algumas referências bíblicas mostram isso: foi circuncidado ao oitavo dia do seu nascimento (Lc 2.21); foi apresentado no templo segundo a lei das purificações (Lc 2.22-24); Maria fez os sacrifícios correspondentes (Lc 2.27). Jesus subiu a Jerusalém para a Festa da Páscoa com a idade de 12 anos – a idade quando um menino judeu toma a responsabilidade legal, sendo chamado dessa idade como “filho da lei”. Durante toda sua vida honrou o templo e as leis referentes aos cultos (Mt 8.4: Lc 17.14; Mt 17.24-27). Assim, Jesus se submeteu a todas as leis cerimoniais da Lei de Moisés. Disse, depois de ressuscitado, “Convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos.”(Lc 24.44)

DE NOVO O DECÁLOGO

Voltam, de novo, a questionar apontando para o livro de Êxodo, onde se encontram os dez mandamentos. Teatralmente, abrem o livro de Êxodo e começam a ler o capítulo vinte dos versículos três a dezessete:

Lêem, apontando para o primeiro mandamento:

(Ex 20.3) “Não terás outros deuses diante de mim”. Perguntam: “Podemos ter outros deuses diante de Deus?”. Nossa resposta é: Não

Apontam o segundo mandamento:

Lêem Ex 20.4, “Não farás para ti imagem de escultura...”. Ex 20.5; “Não te encurvarás diante delas, nem as servirás...” Podemos nos curvar e servir imagem de escultura? Nossa resposta é, Não!

Apontam o terceiro mandamento:

Lêem Ex 20.7 “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” Perguntam: Podemos tomar o nome de Deus em vão? Nossa resposta é: Não!

Pulam o quarto mandamento

Pulam Ex 20.8-11 que trata da guarda do sábado.

Apontam o quinto mandamento:

Lêem Ex 20.12, “Honra a teu pai e a tua mãe...” Perguntam: Podemos desonrar pai e mãe? Nossa resposta é: Não!

Apontam o sexto mandamento:

Lêem Ex 20.13, “Não matarás”.Perguntam: Podemos matar?
Nossa resposta é: Não!

Apontam o sétimo mandamento:

Lêem Ex 20.14, “Não adulterarás”. Perguntam: Podemos adulterar? Nossa resposta é: Não!

Apontam o oitavo mandamento:

Lêem Ex 20.15, “Não furtarás”. Perguntam: Podemos furtar? Nossa resposta é: Não!

Apontam o nono mandamento:

Lêem Ex 20.16, “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” Perguntam: Podemos falar falsos testemunhos? Nossa resposta é: Não!

Apontam o décimo m andamento:

Lêem Ex 20.16, “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo...” Perguntam: Podemos cobiçar...? Nossa resposta é: Não!

E O QUARTO MANDAMENTO?

De novo, teatralmente, voltam a Ex 20.8-11 e perguntam: Podemos violar o sábado? E esperam então que respondamos também, não!

E nós respondemos, com segurança, Sim.

“Mas como?" - Interrogam - "Você respondeu a nove mandamentos que não podem ser violados, como, então, quanto ao quarto mandamento respondem que sim, que pode ser violado?”.

A nossa resposta é simples: Respondo, sim! pela autoridade do Senhor Jesus Cristo que é o “Senhor do sábado”. E justifico.

MATEUS 12.5-7

Vamos examinar Mt 12.5-7 onde Jesus declara: “Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa? Mas, se vós soubésseis o que significa: “Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes. Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor.”

Aí está a palavra clara, inequívoca do Senhor Jesus quanto à natureza do sábado como preceito cerimonial ou ritual, não tendo natureza moral como reivindicam os sabatistas.

INVERTENDO AS PERGUNTAS

Invertemos as perguntas que nos fazem os sabatistas quando lêem mandamento por mandamento do decálogo, com a pergunta repetida se cada um deles pode ou não ser violado.

Podemos então indagar ao sabatista:

"Podiam os sacerdotes no templo ter outros deuses diante de Deus“. (Ex 20.3) e ficar sem culpa? A resposta óbvia dos adventistas é: "não!”.

"Podiam os sacerdotes no templo fazer imagem de escultura...”“ e se encurvar a elas “? (Ex 20.4,5) e ficar sem culpa? A resposta deles é: não!
"Podiam os sacerdotes no templo tomar o nome do SENHOR em vão e ficar sem culpa? A resposta dos sabatistas é: não.

"Podiam os sacerdotes no templo desonrar pai e mãe e ficar sem culpa? A resposta dos sabatistas é: não.

"Podiam os sacerdotes no templo matar no templo e ficar sem culpa? A resposta dos sabatistas é: não.

"Podiam os sacerdotes no templo adulterar e ficar sem culpa? A resposta dos sabatistas é: não.

"Podiam os sacerdotes no templo furtar e ficar sem culpa? A resposta dos sabatistas é: não.

"Podiam os sacerdotes no templo dizer falso testemunho e ficar sem culpa? A resposta dos sabatistas é: não.

"Podiam os sacerdotes no templo cobiçar a mulher do próximo e ficar sem culpa? A resposta dos sabatistas é: não.

E VIOLAR O SÁBADO?

SIM. OS SACERDOTES PODIAM VIOLAR O SÁBADO NO TEMPLO E FICAR SEM CULPA. Com isto não concordam, naturalmente, os adventistas que se curvam à autoridade de sua profetisa Ellen Gould White. Ela escreveu:“Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna” (Testemunhos Seletos, vol. III, p. 22 – 2a edição, 1956)
Autor : Pr. Natanael Rinaldi

Fonte:  MINISTÉRIO APOLOGÉTICO CACP

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Ninguém vos Julgue pelos sábados!

Por Natanael Rinaldi

Mandaram-me, pelo correio, um livrete com o título “Qual o verdadeiro dia de repouso?”. De autoria de Williams Costa Jr. e Alejandro Bullón, ambos pastores adventistas, a obra é distribuída pelo curso “Está Escrito”, da referida seita. O texto é composto de perguntas e respostas.

Acredito que esse material me foi enviado por alguém que conhece a minha posição com relação aos ensinos adventistas sobre a guarda do sábado, posição essa exposta ao longo dos anos aqui mesmo em Defesa da Fé, e também em programas de rádios e seminários, entre outros eventos. Tanto é assim que fui até mesmo citado pelos autores no livrete, o que me motivou ainda mais a me pronunciar. Aproveito a oportunidade também para responder, de uma só vez, às cartas e aos telefonemas, que não são poucos, que chegam, por parte dos adventistas, ao ICP. Dessa forma, eles me criticam e instigam a replicar seus argumentos sabatistas ardilosos e polêmicos. Alguns desses argumentos são, de certa forma, infantis, como se vê na página 12 do livro em referência. Vejamos:

– Wiams, você fala inglês, como se diz domingo em inglês? – pergunta Bullón.

– Sunday – responde Costa Júnior.

– E o que quer dizer Sunday? – Bullón novamente.

– O dia do sol. E não é somente em inglês, em alemão também. Eu não falo alemão, mas em algumas línguas o domingo significa o dia do sol – finaliza Costa.

Qualquer criança que estuda inglês sabe que a palavra para sábado nessa língua é saturday. Se perguntarmos a essa mesma criança qual o significado do termo saturday ela responderá “o dia de Saturno”. Quem era Saturno? Um deus pagão, do qual vem o vocábulo saturnais, que indica uma festa realizada com licenciosidade e baixeza moral.

Mas o adventista dá valor apenas ao argumento sobre a palavra sunday, mesmo sabendo que todos os dias da semana eram conhecidos por nomes de deuses ou planetas: o Sol (domingo), a Lua (segunda-feira), Marte (terça-feira), Mercúrio (quarta-feira), Júpiter (quinta-feira), Vênus (sexta-feira) e Saturno (sábado).

Para um líder espiritual de uma igreja que se vangloria por conhecer profundamente a Bíblia (o que não é verdade, pois os adventistas baseiam seus ensinos nas visões e revelações de Ellen Gould White), esse argumento infantil tem validade.

Embora os adventistas queiram ser reconhecidos como evangélicos, na verdade são sabatólatras. São sucessores dos fariseus dos dias de Jesus, que levaram o Mestre à morte por causa de duas acusações. A primeira delas era porque o Salvador não guardava o sábado. A segunda, porque Jesus se declarava Filho de Deus, com natureza igual à de Deus. Isso era caso gravíssimo para os judeus. Imperdoável mesmo! Por isso, pois, os judeus “Ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”(Jo 5.17-18).

Através de um exame, ainda que superficial, do livro “Qual o verdadeiro dia de repouso?”, percebe-se facilmente que faltou seriedade intelectual aos seus autores. Não é possível que alguém se proponha a defender o sábado como sendo o verdadeiro dia de repouso e, propositadamente, ao citar as Escrituras como prova da sua validade, omita a palavra sábado (no plural, sábados) de Colossenses 2.16. Pois é justamente dessa forma que o senhor Bullón age. Vejamos o diálogo entre ele e o pastor Costa Júnior:

Pastor COSTA JÚNIOR – (referindo-se aos crentes que costumam dizer)... “eu sou cristão, sou seguidor de Jesus e guardo o domingo. E uma das razões pelas quais eu guardo o domingo é porque Jesus foi perfeito. Ele cumpriu a Lei e Ele pregou a Lei na cruz. Pastor Bullón, há necessidade de continuar guardando a Lei, apesar de Jesus ter feito seu sacrifício na cruz?”

Pastor BULLÓN – “Muitos cristãos acham que depois da morte de Cristo já não se deve guardar mais o sábado porque Cristo cravou na cruz os mandamentos de Deus. Em primeiro lugar, não há base bíblica dizendo que Jesus cravou os mandamentos de Deus. Jesus cravou na cruz todas as festas do povo de Israel, que apontavam para a sua vinda, como o sacrifício do cordeiro e a circuncisão. Muitas das festas, cerimônias e leis cerimoniais do povo de Israel tinham como objetivo anunciar que Jesus viria para morrer na cruz do Calvário pelos nossos pecados. Agora, uma vez que Jesus veio, para que sair sacrificando cordeirinhos se o Cordeiro de Deus já fora sacrificado? A circuncisão, as festas, as luas novas, as festas religiosas de Israel, tudo isto chegou ao fim porque, isto sim, Jesus cravou na cruz do Calvário” (p. 4).

Todos sabemos que a honestidade é fundamental quando se trata de refutar doutrinas bíblicas. Pergunto: por que foi omitida propositadamente a palavra “sábados” de Colossenses 2.16? Vimos que os autores falaram das festas, das luas novas, mas omitiram a palavra “sábados”. Por que fizeram isso?

Vejamos o que de fato foi cravado na cruz (o que é reconhecido pelos próprios adventistas): “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da luz nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16-17). Como podemos ver, à luz da Palavra de Deus, não foram apenas os dias de festas, as luas novas cravados na cruz, mas também os sábados. E devemos saber que esses sábados não são os sábados anuais, porque os chamados sábados anuais ou cerimoniais são identificados no texto em pauta pela expressão dias de festas.

Razões que indicam que os sábados de Cl 2.16 são semanais

Diante da clareza de Cl 2.16-17, os adventistas do sétimo dia costumam refutar essa posição alegando que a palavra sábados não se refere ao sábado semanal, mas aos cerimoniais ou anuais, conforme mencionados em Lv 23.1-39.

Essa afirmação, no entanto, não é correta, e por três razões:

A - Os sábados anuais ou cerimoniais eram chamados de festas, e eles já estão incluídos na frase dias de festa, em Cl 2.16. Esses dias de festa ou sábados anuais eram designados como tais. A saber:

1 Festa da Páscoa - Lv 23.5,7;
2 Festa dos Asmos - Lv 23.8;
3 Festa de Pentecostes - Lv 23.15-16;
4 Festa das Trombetas - Lv 23.23-25;
5 Festa da Expiação - Lv 23.26,32;
6 Festa dos Tabernáculos - 1º dia de festa;
7 Festa dos Tabernáculos - último dia de festa - Lv 23.34,36.

Em Levíticos 23.37, lemos: “Estas são as solenidades do SENHOR, que apregoareis para santas convocações...”. Na seqüência do texto, mas precisamente no v. 38, os sábados são, propositadamente, excluídos. Vejamos: “Estas ofertas são além dos sábados do Senhor, além dos vossos dons, além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor”.

Assim, os chamados sábados anuais estão incluídos nos dias de festas, o que mostra, distintamente, que os sábados semanais, conforme indicados por Paulo em Cl 2.16, não constam dessa relação: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da luz nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo”.

B - A fórmula dias de festa, luas novas e sábados serve para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais:

1º Exemplo:

– Em Números 28 encontramos os holocaustos para os sábados (semanais), para as luas novas (mensais) e para os dias de festa (anuais) nos seguintes versículos: “... no dia de sábado dois cordeiros de um ano, sem mancha... Holocausto é do sábado em cada semana...” (vv. 9,10). “E as suas libações serão a metade dum him de vinho para um bezerro... este é o holocausto da lua nova de cada mês, segundo os meses do ano” (v. 14). “Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é a páscoa do Senhor; e aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães asmos” (vv. 16,17).

2º Exemplo:

– Em 1 Crônicas 23.31, lemos: “E para cada oferecimento dos holocautos do Senhos, nos sábados, nas luas novas e nas solenidades por conta, segundo o seu costume, continuamente”. O significado de cada período: “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “nas solenidades” (cada ano).

3º Exemplo:

– Em 2 Crônicas 2.4 está escrito: “Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para o pão contínuo da proposição, e para os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados e nas luas novas e nas festividades do Senhor nosso Deus...”. O significado de cada período: “da manhã e da tarde” (cada dia), “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “nas festividades” (cada ano).

4º Exemplo:

– Em 2 Crônicas 8.13, registra-se: “E isto segundo o dever de cada dia, oferecendo segundo o preceito de Moisés, nos sábados e nas luas novas, e nas solenidades, três vezes no ano”. O significado dos períodos: “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “nas solenidades” (cada ano).

5º Exemplo:

– Em 2 Crônicas 31.3, lemos o seguinte: “Também estabeleceu a parte da fazenda do rei para os holocaustos, para os holocaustos da manhã e da tarde, e para os holocaustos dos sábados, e das luas novas, e das solenidades, como está escrito na lei do Senhor”. O significado dos períodos: “da manhã e da tarde” (cada dia), “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “das solenidades” (cada ano).

6º Exemplo:

– Em Ezequiel 45.17, lemos: “E estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações nas festas e nas luas novas, e nos sábados, em todas as solenidades da casa de Israel”. Significado dos períodos: “nas festas” (cada ano), “nas luas novas” (cada mês) e “nos sábados” (cada semana).

7º Exemplo:

– Em Oséias 2.11 está escrito: “E farei cessar todo o seu gozo, a suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades. E, finalmente, temos Cl 2.16-17: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da luz nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo”. O significado dos períodos desses dois textos é o mesmo dos anteriores.

C- As palavras sábado, sábados e dia de sábado (no singular ou no plural) ocorrem sessenta vezes no Novo Testamento. Mas os adventistas do sétimo dia reconhecem que apenas 59 dos casos se referem ao sábado semanal. Negam justamente o texto de Cl 2.16. Dizem eles: “Os termos sábado, sábados e dia de sábado ocorrem sessenta vezes no Novo Testamento e em cada caso, exceto um, refere-se ao sétimo dia. Colossenses 2.16,17 faz referência aos sábados anuais relacionados com as três festas anuais observadas por Israel antes do primeiro advento de Cristo” (Estudos bíblicos, p. 378, CPB).

Se perguntarmos aos adventistas qual o sentido da palavra sábados em qualquer passagem do Novo Testamento em que ela aparece, a resposta será sempre a mesma: sábado semanal. A única exceção é Colossenses 2.16. Por quê? Porque teriam de reconhecer a procedência da nossa declaração de que, segundo essa referência bíblica, o sábado semanal deixou de ser uma obrigação para os cristãos.

Repetindo: se dermos à palavra sábados, em Cl 2.16, o sentido semanal teremos em favor da nossa interpretação 59 referências reconhecidas por eles. Mas, ao darem à palavra sábados, em Cl 2.16, o sentido de sábados anuais ou cerimoniais, eles não têm nenhuma referência que apoie sua interpretação. Por isso argumentam dessa forma. Caso contrário, teriam de reconhecer que o sábado foi abolido na cruz: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4).

“Meus sábados e seus sábados”

Os adventistas do sétimo dia dizem que a expressão meus sábados indica a distinção entre os sábados semanais e os sábados cerimoniais. Mas isso não é bíblico. As duas expressões são utilizadas para indicar os mesmos sábados - os semanais. São de Deus - meus sábados - porque foram dados por Ele. E são dos judeus - seus sábados - porque foram dados para eles.

Vejamos a aplicação dos pronomes meus e seus na Bíblia:

A - O Templo - Is 56.7 comparado com Mt 23.38 (minha casa, vossa casa);

B - O mesmo Deus indicado por meu Deus e vosso Deus - Jo 20.17

C - Os mesmos sacrifícios e holocaustos são chamados de meus e vossos em Nm 28.2. Comparar com Dt 12.6.

Resposta às outras citações bíblicas

Pastor COSTA JÚNIOR – Pastor, qual é o fundamento bíblico, que nós temos, para o verdadeiro dia de guarda? Qual o verdadeiro dia de repouso?

Pastor BULLÓN – Teríamos de ir, para esta resposta, ao início da criação deste mundo. No capítulo 2 do livro de Gênesis, versículos de 1 a 3, diz assim: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”.

Se o sábado semanal deve ser o dia de repouso, por que então Deus trabalhou nele? O texto é claro: “E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito”. Deus não terminou sua obra da criação no sexto dia e descansou no sétimo. Ele trabalhou no sétimo dia, e descansou no mesmo dia em que concluiu a obra da criação.

Ora, se se invoca o descanso de Deus para impingir-se a guarda desse dia como sendo o dia de repouso, como admitir que Deus trabalhou justamente nesse dia? E se Ele trabalhou para concluir a obra da criação, então não é pecado trabalhar nesse dia seguindo o exemplo de Deus! O senhor Bullón declara: “Você sabe que Deus não se cansa, nem se fadiga. Portanto, se Ele descansou no sábado não era porque estava cansado”. Seguindo esse raciocínio de Bullón, o registro bíblico merece correção, porque está declarando algo que não é verdade.

Devemos ver uma coisa, se o senhor Bullón queria apenas indicar com isso que o sétimo dia deveria ser de descanso universal, surge então uma pergunta: “Todos os homens da terra têm o dia sétimo, ao mesmo tempo, como dia de repouso, inclusive o próprio Deus? Diz a Bíblia que o sábado deveria ser guardado a partir do pôr-do-sol de sexta-feira até o pôr-do-sol do sábado (Lv 23.32). Logo, os habitantes da terra teriam de guardar o mesmo período. Mas, quando são 6 horas da manhã de sábado aqui no Brasil, no Japão são 6 horas da tarde. E isto significa que, quando os guardadores do sábado aqui se levantam para guardá-lo, os seus irmãos japoneses o acabaram de guardar. E quando os brasileiros começarem a guardar o sábado, seus irmãos na Califórnia, USA, trabalharão ainda durante cinco horas antes de começarem a guardá-lo. Qual dos grupos de guardadores do sábado estarão realmente observando o período de tempo que Deus descansou ao concluir a obra da criação?

Os adventistas guardam realmente o sábado?

Dentro das exigências da lei estava a proibição de acender fogo no dia de sábado: “Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia do sábado” (Êx 35.3). Isso significa que é proibido acender qualquer tipo de fogo, seja um fósforo ou um fogão a gás. Implica também na proibição de andar de carro movido a combustão. Os judeus radicados no Brasil, notadamente os de São Paulo, onde se localiza a maioria deles, vão à sinagoga a pé no dia de sábado, e não de carro, respeitando as observâncias com relação a esse dia.

Caro leitor, pergunte ao primeiro adventista que lhe falar sobre a obrigatoriedade da guarda do sábado se ele acende fogo nesse dia? Observe como ele titubeia e não sabe como responder! Falta-lhe coragem para admitir que sim. Paulo declarou: “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé” (Gl 3.10-11). Assim, os adventistas estão sob a maldição da própria lei que pretendem guardar. Pior, agem como os fariseus, que punham fardos pesados sobre os ombros do povo e eles mesmos não tocavam nem com a mão. Mas Jesus os denunciou: “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los” (Mt 23.4). O mesmo disse Pedro: “Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo quem nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também” (At 15.10,11). E Paulo reitera a impossibilidade da guarda da lei, que não era completa apenas com os dez mandamentos.

O que abrangia o livro da lei? Nada menos do que 613 mandamentos, mas os adventistas resolveram criar apenas duas leis. Uma delas denominaram como Lei Moral, os dez mandamentos, e o restante como Lei de Moisés, cancelada na cruz. Fácil, não? Baseados em quê fizeram essa distinção de leis? Tem apoio bíblico? Onde aparecem na Bíblia expressões como Lei Moral e Lei Cerimonial? Por isso confessam: “Seria útil classificarmos as leis do Velho Testamento em várias categorias: 1. Lei moral; 2. Lei Cerimonial; 3. Lei Civil, 4. Estatutos e Juízos; 5. Leis de saúde. Esta classificação é, em parte, artificial” (Lições da Escola Sabatina, Lição n. 2, p. 18, de 8-1-1980).

Pastor BULLÓN – Então, como eu posso saber, pela Bíblia, que depois da morte de Cristo, os seus discípulos ainda continuaram guardando o sábado? Muito simples: em S. Lucas, capítulo 23, a partir do versículo 50, está relatado como José de Arimatéia foi reclamar o corpo de Cristo. Cristo já estava morto. Dentre as pessoas havia algumas mulheres. “Era o dia da preparação, e começava o sábado. As mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamentos” (Lc 23.54-56). Ou seja, Jesus já havia morrido, e no sábado, o primeiro sábado após a morte de Cristo, as mulheres ainda continuaram guardando o mandamento do sábado.

Ora, se os próprios sabatistas reconhecem que o nosso argumento para a guarda do primeiro dia da semana, como dia do Senhor (Ap 1.10), é decorrente da ressurreição de Jesus, ocorrida no primeiro dia da semana (Lc 24.1-3), e o texto de Lc 23.54-55 se refere ao descanso das mulheres no sábado antes da ressurreição, que valor tem o exemplo dessas piedosas mulheres judias para nós, cristãos?

Pastor BULLÓN – A Bíblia está cheia de referências de que Jesus guardou o sábado quando viveu nesta terra. E quem quer ser cristão, quer seguir a Jesus. Porque cristão é aquele que faz o que Jesus fez.

Jesus guardou o sábado porque era judeu e nasceu sob a lei (Gl 4.4), portanto obedeceu todas as leis do Antigo Concerto. Como exemplo de cidadão judeu, Ele foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote pela purificação, guardou a festa da Páscoa, etc (Lc 2.21-24; 5.12-14; Mt 26.18,19). Mas, quando morreu, Ele inaugurou uma nova aliança e revogou a velha (Jo 19.30; Mt 27.51). “Mas, antes que a fé viesse estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo do aio” (Gl 3. 23-25).

Se o fato de Jesus ter guardado a Páscoa não prova que também devemos guardá-la, ou se o fato de Ele ter-se circuncidado não recomenda que também devemos nos circuncidar, do mesmo modo não devemos também guardar o sábado por que Ele o guardou.

A natureza dos mandamentos de Jesus

A que Jesus se referia quando falava de seus mandamentos? Os adventistas associam a palavra ‘mandamentos’ no Novo Testamento aos dez mandamentos. Mas esse modo de pensar não é correto. Jesus foi bem específico quando falou de seus mandamentos.

Vejamos a que Jesus se referia quando falava de mandamentos:

- “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (Jo 13.34);

- “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” ( Jo 15.12);

- “O seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo seu mandamento” (1Jo 3.23);

- “E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também seu irmão” (1Jo 4.21);

- “E agora, senhora, rogo-te, não como escrevendo-te um novo mandamento, mas aquele mesmo que desde o princípio tivemos: que nos amemos uns aos outros” (2Jo 5).

O leitor pode perceber que em nenhum dos textos acima se fala na guarda do sábado.

O Novo Testamento não repete os dez mandamentos

Não há dúvida de que o Novo Testamento cita mandamentos do Velho Testamento. Fala de toda a Lei de Moisés, mas não repete o quarto mandamento em nenhum lugar. Façamos uma comparação dos dez mandamentos dentro do Novo Testamento:

VELHO TESTAMENTO

1º mandamento - Êx 20.2,3
2º mandamento - Êx 20.4-6
3º mandamento - Êx 20.7
4º mandamento - Êx 20.8-11
5º mandamento - Êx 20.12
6º mandamento - Êx 20.13
7º mandamento - Êx 20.14
8º mandamento - Êx 20.15
9º mandamento - Êx 20.16
10º mandamento - Êx 20.17

NOVO TESTAMENTO

1º At 14.15
2º 1Jo 5.21
3º Tg 5.12
4º Não existe
5º Ef 6.1-3
6º Rm 13.9
7º 1Co 6.9,10
8º Ef 4.28
9º Cl 3.9
10º Ef 5.3

Pastor BULLÓN – Mesmo São Paulo, que não foi discípulo de Jesus, pois São Paulo se converteu depois, ou seja, já se havia passado anos e São Paulo disse que quando chegou a Corinto foi, aos sábados, à sinagoga: “E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos... O texto bíblico diz: “Todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. (A citação correta é Atos 18.4, e não Lucas 18.4, como indicado no livrete). E os gregos não guardavam o sábado, portanto Paulo não ia por causa dos judeus, ele ia porque reconhecia que o sábado era o dia do Senhor.

O sábado era o dia quando pessoas se juntavam na sinagoga para adoração dentro do culto judaico. A maioria dos participantes era judeu. Os gregos compareciam em menor número. Paulo aproveitou essas oportunidades para ensinar que Jesus era o Cristo prometido nas Escrituras do Velho Testamento, procurando ganhar aquelas pessoas para Jesus Cristo. E fez de tudo para conseguir seu objetivo: “Fiz-me como judeu para com os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (Não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele” (1Co 9.19-23).

Foi dessa forma que circuncidou Timóteo (At 16.3) e declarou que a circuncisão nada vale (Gl 5.2; 6.15); observou o Pentecostes (At 20.16); tosquiou a cabeça (At 18.18); e fez ofertas segundo a lei (At 21.20-26). Sua explicação para a observância de todas essas práticas judaicas está no desejo que tinha de ganhar os judeus e os gregos para Cristo. Será que os adventistas circuncidam pessoas como Paulo o fazia? Observam o Pentecostes? Tosquiam suas cabeças? Fazem ofertas segundo a lei? Que parcialidade dos adventistas: só se lembram do sábado! É muito sectarismo da parte deles!

Outra declaração absurda é a que diz que Paulo “não ia por causa dos judeus, ele ia porque reconhecia que o sábado era o dia do Senhor”. Interessante! Paulo escreveu treze cartas, e se considerarmos Hebreus como sendo de sua autoria, teremos quatorze. Será que Paulo se esqueceu de dizer isso em suas epístolas: que o sábado era o dia do Senhor? Quanto à observância do sábado, Paulo declarou: “Guardais dias (sábados) e meses, (luas novas), e tempos, e anos (festas anuais). Receio de vós que não haja trabalho em vão para convosco” (Gl 4.10-11). A preocupação de Paulo era com o fato de os gálatas estarem se voltando para o judaísmo.

Pastor COSTA JÚNIOR – Existe um fundamento bíblico para nós guardarmos outro dia que não o sábado, seja qual for a razão?

Pastor BULLÓN –Existe aqui uma declaração, que eu vou ler, no livro de Hebreus, capítulo 4, versículos 4,5 e 9, que diz assim: “Porque, em certo lugar, assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera. E novamente, no mesmo lugar: Não entrarão no meu descanso... Portanto, resta um repouso para o povo de Deus”. Isto quer dizer que, para a Igreja de Deus dos nossos dias, continua um dia de repouso (p. 7).

É evidente que o repouso de que se trata aqui nada tem a ver com o repouso do sétimo dia indicado no quarto mandamento, senão o repouso de uma de fé em Deus. A idéia central do texto é:

A - Deus repousou depois de haver criado o mundo;

B - Os profetas falaram de antemão de um outro dia (Sl118.24), em vez do sétimo, para comemorar o repouso maior que se seguiria a uma obra maior do que a criação;

C - A este repouso maior, Josué nunca pode guiar o seu povo;

D - Jesus, havendo terminado sua obra de redenção na cruz (Jo 19.30), repousou Ele mesmo no primeiro dia da semana (Mc 16.9), como Deus havia repousado da sua;

E - Na cruz foi abolido o sábado (Os 2.11 comparado com Cl 2.14-17);

F - Portanto, em comemoração ao glorioso repouso que se seguiu a uma obra maior de redenção, resta guardar um descanso para o povo de Deus. Esse descanso encontramos em Jesus (Mt 11.28-30);

G - Foi necessário esse argumento para mostrar ao judeu, que se gloriava no seu sábado, que o cristão tem um descanso melhor e superior ao sábado (Ap 1.10, Sl 118.22-24).

Pastor BULLÓN – Porém, na História, descobrimos que houve um imperador romano, chamado Constantino, que no ano 331 DC definitivamente tornou-se cristão, mas com uma condição: “Ele disse: eu vou me tornar cristão, mas junto comigo, eu quero trazer muitas coisas nas quais acredito. E ele guardava o domingo e, oficialmente, a partir do ano 331 passou-se a guardar o domingo como dia santo. Mas, este é um legado que vem do paganismo, de Constantino (p. 10).

Se tal absurdo fosse escrito por um adventista leigo, não teríamos dificuldades em entender a sua falta de conhecimento histórico relativo ao imperador Constantino. Mas não dá para entender uma pessoa que se intitula escritor e líder de uma igreja que se vangloria de conhecer a Bíblia jogar, através de um curso bíblico, esse absurdo na mente do povo, mediante emissoras de rádio e TV, e ainda se dá ao luxo de publicá-la em livrete e espalhá-la por todo o Brasil. Essa é uma atitude suspeita e vergonhosa. Quando foi que o imperador Constantino condicionou sua adesão ao cristianismo à exigência de trazer para o “arraial cristão” aquilo que pertencia ao paganismo? Em que parte da história isso é mencionado? Se o paganismo já guardava o domingo - como afirma o pastor Bullón - por que então o decreto de Constantino em 331 DC feito nesse sentido?

Os adventistas raciocinam do mesmo modo que as testemunhas de Jeová fazem em relação à deidade absoluta de Jesus. As testemunhas de Jeová ensinam, em seus livros, que a Doutrina da Trindade foi firmada no Concílio de Nicéia, em 325 DC, presidido por Constantino. Se o senhor Bullón admite que a instituição do primeiro dia da semana como dia do Senhor em memória da ressurreição de Cristo é de origem pagã porque Constantino decretou esse dia de guarda ao se tornar cristão, os adventistas deveriam, na verdade, ser chamados de pagãos por adotarem a doutrina da Trindade em cujo Concílio foi instituída essa doutrina? Os adventistas concordam com as testemunhas de Jeová que nos acusam de paganismo por crermos na deidade de Jesus e na doutrina da Trindade?

A instituição do primeiro dia da semana como dia do senhor

No Salmo 118:22-24, lemos: “A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça de esquina. Da parte do Senhor se fez isto: maravilhoso é aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele”. Essa passagem foi aplicada por Jesus a si mesmo em Mt 21.42: “Disse-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos?”.

Não é algo difícil darmos a interpretação correta dessa referência bíblica. A pedra rejeitada é Jesus Cristo (At 4.11,12). Ele iniciou seu ministério reivindicando ser Filho de Deus, igual a Deus (Jo 10.30-33). E, ao ser acusado de quebrar o sábado (Jo 5.16-18), foi rejeitado e crucificado (Jo 19.1-7). Isto se deu numa sexta-feira (Mc 15.42-47). Mas a morte não pôde retê-lo e, ao terceiro dia, ressurgiu dentre os mortos. Esse fato aconteceu no primeiro dia da semana: “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios” (Mc 16.9). Outras referências são: Jo 20.1,19,20; Mt 28.18.

Diz a Bíblia sobre o dia da ressurreição de Jesus: “Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”. Ao levantar seu Filho dentre os mortos, fez Deus essa coisa maravilhosa. E essa “coisa maravilhosa” se deu no primeiro dia da semana.

A expressão ‘dia do senhor’ de Apocalipse 1.10

O significado da expressão ‘dia do Senhor’ de Ap 1.10 é encontrada em algumas traduções da Bíblia, como segue:

“Eu fui arrebatado em espírito num dia de domingo...” (Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo)

“Num domingo, caindo em êxtase, ouvi atrás de mim uma voz...” (Edições Paulinas)

“Um dia de domingo, fui arrebatado em espírito” (tradução de Mattos Soares)

“No dia do Senhor: no domingo” (anotação no rodapé da TLH)

Dizem os líderes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, o Remanescente, no seu livro “Sonhos e visões de Jeanine Sautron”, pp. 384/85, que “Samuel Bacchiocchi (líder adventista) realiza seminários no ‘Dia do Senhor” referindo-se ao Domingo. Em seu livro FROM SABBATH TO SUNDAY (Do Sábado Para o Domingo) o ‘dia do Senhor’ é mencionado como sendo o domingo 51 vezes somente nas primeiras 160 páginas do livro.

Provas adicionais dos pais da igreja

“Aqueles que estavam presos às velhas coisas vieram a uma novidade de confiança, não mais guardando o sábado, porém vivendo de acordo com o ‘dia do Senhor’”. (Inácio, 100 A D).

“No dia chamado domingo há uma reunião num certo lugar de todos os que habitam nas cidades ou nos campos, e as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas são lidos” (Justino Mártir 140 A D.).

“Nós guardamos o dia oitavo com alegria, no qual também ressurgiu dos mortos e tendo aparecido ascendeu ao céu” (Barnabé, 120 A D).

“Num dia, o primeiro da semana, nós nos reunimos” (Bardesanes, 180 A D.).

Como vemos pelos testemunhos dos pais da igreja primitiva e diferentemente do que afirma o pastor Bullón (p. 9), a igreja cristã não guardava o sábado, mas o dia glorioso da ressurreição de Jesus.

É como disse o próprio Bullón: Eu acredito que muitos cristãos sinceros acreditam que porque Jesus ressuscitou no domingo, eles têm de guardar o domingo. É uma maneira bonita de homenagear a ressurreição de Cristo, e eu também fico feliz porque Jesus ressuscitou num domingo, mas já pensou se Jesus tivesse morrido e nunca tivesse ressuscitado, o que seria da cristandade? (p. 8)

Exatamente isso, pastor Bullón! O que seria da cristandade se Jesus não tivesse ressuscitado? Paulo responde a essa pergunta dizendo simplesmente que não haveria cristianismo: “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a vossa fé,... E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1Co 15.14,17). Está aí a importância da ressurreição e devemos então ter presente que os dias são iguais entre si e existem dias mais importantes uns dos que outros, por causa dos fatos que eles registram. Para um cristão é mais importante o dia em que Deus terminou a criação do mundo ou o dia da ressurreição gloriosa de Jesus? A resposta só pode ser uma para um cristão genuíno: o dia da ressurreição de Jesus. Quanto a esse dia, diz o salmista: “Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”.

Pastor COSTA JÚNIOR – Em primeiro lugar, eu gostaria de dizer uma coisa, que precisa ficar bem clara na nossa mente: ninguém guarda o sábado para salvar-se. Se você acha que tem de guardar o sábado para se salvar, você está perdido (p. 13)

Ou o pastor Costa está perdido ou a Sra. White. Ela declarou que a guarda do sábado é fundamental para a salvação. Textualmente ela escreveu: “Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna” (Testemunhos Seletos, vol. III, p. 22 - 2ª edição, 1956).

Um pastor que sai em público fazendo declarações sobre as crenças adventistas porventura ignora esse ensino de Ellen Gould White? Ou o conhece mas quis encobri-lo para dar a idéia que não é bem assim como os opositores declaram dos adventistas: que eles ensinam que a guarda do sábado é fundamental para a salvação?

Mais uma pergunta: “como os benefícios da morte de Cristo, segundo EGW, no livro ‘O Grande Conflito’, podem ser aplicados a nós?”. Ela declara: “...Todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado e que pela fé hajam reclamado o sangue de Cristo, como seu sacrifício expiatório, tiveram o perdão aposto ao seu nome, nos livros do Céu; tornando-se eles participantes da justiça de Cristo, e verificando-se estar o seu caráter em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna” (p. 487).

Logo, os crentes adventistas têm pecados perdoados, mas não cancelados. O cancelamento só se dará se o seu caráter estiver em harmonia com a lei de Deus, para que sejam dignos da vida eterna. Salvação por fé (Rm 5.1) ou salvação por obras? “Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas àquele que não pratica, mas crê naquele que o justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” (Rm 4.4-5).

Porventura, isso significa que alguém deve ser julgado digno da vida eterna por estar vivendo em harmonia com a lei de Deus? Ainda EGW declara: “Nunca se deve ensinar aos que aceitam o Salvador, conquanto sincera sua conversão, que digam ou sintam que estão salvos. Isto é enganoso” (Parábolas de Jesus, p. 55, citado em 95 Teses, p. 133).


Fonte: Instituto Cristão de Pesquisas

Reações:

12 comentários:

  1. Sem comentários. Seu texto parece arroz à grega, tem de tudo, menos coerência ou verdade bíblica. Não esqueçam que Satanás usou a Bíblia para tentar a Jesus, mas sabemos que Jesus o derrotou usando CORRETAMENTE as escrituras. Adão e Eva nunca foram judeus, no entanto foram os primeiros a guardar o sábado. Eles eram os pais da raça humana, assim sendo, não só o mandamento do sábado, mas toda a Lei Moral, os Dez Mandamentos, deve ser seguido por todo o ser humano. A lei é eterna, Deus é eterno. A lei é amor, Deus é amor. A lei é a transcrição do caráter de Deus. Deus não muda, Sua lei, dos Dez Mandamentos, não muda. Deixe a Bíblia falar ao seu coração, pelo Espírito Santo, então você verá a clareza da verdade escrita nela. Preconceito é pecado. Abração

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  2. Agradeço as paticipações de todos aqui.

    Coloquei esses estudos, não para debater, mas sim, para colocar a posição que temos sobre esse assunto.

    Contudo, quem quiser colocar os seus pensamentos estão livres para faze-lo.

    Paz do Senhor para todos!!!!

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  3. Sua palavras são: "Coloquei esses estudos, não para debater, mas sim, para colocar a posição que temos sobre esse assunto." Então o que temos aqui não é a verdade bíblica, segundo suas palavras é pura e simplesmente "colocar a posição que temos sobre esse assunto" O que interessa é a "sua posição", e não a verdade bíblia. Em bom português isto significa o seguinte: sua posição é maior do que a verdade Bíblia, se é assim a verdade da bíblia que se dane. Muito coerente, nesta sua posição posta você acaba de colocar-se no lugar do próprio Deus ou pretender tomar o lugar dEle. interessante. Deus te ilumine e o guie à verdade da Bíblia, que ´a verdade de Deus. Estarei orando por você.

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  4. Saudações em CRISTO!!!

    O sr. Nathanael Rinaldi já foi desmascarado no blog www.setimodia.wordpress.com, sobre este assunto e todos por ele divulgado.
    As opiniões e dos internautas "Jesus Minha Inspiração e
    Danilo Fernandes", faço deles, as minhas palavras.
    Se vcs atentarem na matéria do sr. Rinaldi, em diversas colocações, ele entra em contradição, que é o seu forte, como por exemplo:
    RINALDI DIZ: "O SÁBADO FAZ PARTE DE UM CONCERTO OU PACTO ENTRE DEUS E O POVO ISRAELITA". Cita o texto de EX.31:16.
    Pergunto mais uma vez:
    A que povo vcs são descendentes?
    Se DEUS diz claramente nas ESCRITURAS que Seu povo é Israel?
    Viram a contradição? Ele não sabe nem interpretar o texto. Peguem suas Bíblias e leiam comigo EX.31:16>> Viram? O que diz o texto? "Guardarão, pois, o Sábado dos filhos de Israel, celebrando-o
    nas suas gerações como pacto perpétuo....opa!!! E agora?
    Não preciso nem terminar o texto, vcs entenderam, não é mesmo?
    Então veio-me a pergunta:
    Qual o significado das palavras PACTO e PERPÉTUO?
    Segundo o dicionário Aurélio é:
    PACTO>>> Acordo, aliança, compromisso entre pessoas; entre outras respostas.
    PERPÉTUO>>> Que não tem fim, perene, Poder Divino e perpétuo; que dura para sempre.
    Vocês perceberam que ele(RINALDI), não sabe ou finge que não sabe,
    o significado da palavra SÁBADO em hebraico é descanso, cessar, parar as atividades seculares. Repetindo:
    Sábado não é e nunca será de judeus e muito menos dos IASD, é dia santo, sagrado, de DEUS, ofertado por Ele. Vejam texto: ISA.66:2,23.

    Mais uma citação de Rinaldi:
    Diz que os IASD o criticam, instigam em suas réplicas, são ardilosos e polêmicos.
    Estes predicados cabem muito bem a ele mesmo, pois quem está ridicularizando as ESCRITURAS SAGRADAS é o próprio.Comparem com os textos: I JOÃO 2:4; OZS.4:6;
    MAT.5:17-19; APOC.22:15-19; EXO.31:18.

    Saudações em CRISTO;

    ORLANDO R. NETTO

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  5. Supondo que RINALDI esteja certo, em suas afirmações sobre a "não necessidade de guardar o Sábado","a lei foi abolida", como ele explicaria os textos, sim obviamente deve ser ele mesmo a responder, pra você, Jean, não dizer que foi ele(RINALDI)que disse.

    Vamos aos textos já conhecidos por todos, mas faço questão de expor aqui:
    GEN.2:1-3; SAL.89:34; MAL.3:6; EXO.31:12-18; S.JOÃO 14:15,21;
    I JOÃO 2:4; I JOÃO 5:2-4; II TIM.3:16; ROM.14:12; OS.4:6; DAN.7:25,26; ISA.24:5; ISA.66:22,23
    APOC.22:15-20.

    "ESPERO QUE ELE RESPONDA, NÃO SE ESQUIVANDO COMO É DE SEU COSTUME".

    Saudações em CRISTO;

    ORLANDO R. NETTO

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  6. SÁBADO, 05 DE JUNHO DE 2010.

    "O SINAL DE DEUS OU DO INIMIGO"!!!
    ( Tema principal)

    "Também lhes dei os Meus SÁBADOS,para servirem de sinal entre Mim e eles,
    para que soubessem que Eu Sou o SENHOR que os santifica. Santificai os Meus SÁBADOS, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o SENHOR, vosso DEUS"[ EZQ.20:12,20 ].

    LEALDADE A TODA PROVA:

    A palavra profética descreve claramente que vai chegar um tempo em que a guarda do SÁBADO será o divisor de águas entre os que estão honrando a DEUS ou ao inimigo. Em oração e meditação, vamos ler:

    O SÁBADO será pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade
    especialmente controvertido. Quando
    sobrevier aos homens a prova final,
    traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a DEUS e os que não O servem( comparar com S.JOÃO 14:15).
    Ao passo que a observância do sábado falso em conformidade com a lei do Estado, contrária ao 4º Mandamento da LEI DE DEUS, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a DEUS;e a
    guarda do verdadeiro SÁBADO, em obediência a LEI DIVINA, uma prova de lealdade para com o CRIADOR. Ao
    passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de DEUS. - "O Grande Conflito, Pág.605.

    O que está por trás do ódio de muitas pessoas para com o SÁBADO?
    Quem as leva a afirmar que não é mais necessário guardá-lo? O que há de tão especial no SÁBADO para que Satanás tanto o odeie? Vamos mais uma vez escutar a palavra profética:

    "Numa das tábuas havia quatro Mandamentos e na outra seis. Os quatro da primeira tábua eram mais brilhantes que os seis da outra. Mas o quarto, o Mandamento do SÁBADO, brilhava mais que os outros; pois o SÁBADO foi separado
    para ser guardado em honra do santo
    nome de DEUS. O santo SÁBADO tinha aparência gloriosa - um halo de glória o circundava. Vi que o Mandamento do SÁBADO não fora pregado na cruz. Se tivesse sido,os
    outros nove Mandamentos também o teriam, e estaríamos na liberdade de transgredi-los a todos, bem como o quarto Mandamento. Vi que DEUS não havia mudado o SÁBADO, pois Ele jamais muda(MAL.3:6). - Primeiros Escritos, Pág.32,33.

    CONTINUA.........

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  7. "O SINAL DE DEUS OU DO INIMIGO!!!

    2ª PARTE:

    QUEM VOCÊ ESCOLHE ADORAR?

    Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte(em profecia, significa mente, entendimento) ou sobre a mão(em profecia, significa trabalho aos SÁBADOS)também esse beberá do vinho da cólera de DEUS,..........
    APC.14:9-12.

    O terceiro anjo proclama o mais solene aviso divino contra a adoração da besta e de sua imagem - que é o procedimento no qual se envolvem em última análise, todos aqueles que rejeitam o evangelho da justificação pela fé. A besta descrita em Apc.13:1-10 é a união Igreja -Estado que dominou o mundo cristão durante tantos séculos, e que foi descrita por Paulo como o
    "homem do pecado"(II Ts.2:2-4), e por Daniel como a "ponta pequena"(Dn.7:8,20-25; 8:9-12). A
    imagem da besta representa aquela forma de religião apóstata que se desenvolverá quando as igrejas, tendo perdido o verdadeiro espírito da Reforma, se unirão com o Estado a fim de impor seus ensinamentos às
    pessoas. Ao unirem Igreja com Estado, se tornarão uma perfeita imagem da besta - a igreja apóstata
    que perseguiu durante 1.260 anos.
    Esta é a razão de a Palavra de DEUS
    utilizar a expressão IMAGEM DA BESTA. - Nisto Cremos, Pág.231.

    Mas, quem estamos escolhendo adorar hoje?

    "ASSIM DIZ O SENHOR"!!!!!

    PENSEM NISTO!!!!!

    ORLANDO R. NETTO

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  8. NOTA DE ESCLARECIMENTO: Efs.2:14-15 e Mt.5:17-19.

    O texto diz:14>> "Porque Ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e derribando a parede de separação que estava no meio.15>> Na sua carne desfez a inimizade, isto é,
    a lei dos mandamentos,que CONSISTIA em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz".
    Perceberam que o texto diz que a lei abolida foi a de ordenanças, estas sim, são as leis de Moisés.
    Impressionante é que o próprio autor deste tema, não percebe, ou finge que não vê, ou também é mais um que sofre de cegueira espiritual, afirmar que se trata da LEI de DEUS neste texto, é mesmo que dizer que não foi DEUS que escreveu os DEZ MANDAMENTOS conforme descrito em EX.31:18>>" E deu a Moisés(quando acabou de falar com ele no monte Sinai), as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de DEUS".
    Ora, o texto é claro, não existe outra forma e interpretação, muito mesmo existe contexto bíblico que desabona este. Também é conhecido por todos os evangélicos que, os DEZ MANDAMENTOS se trata da LEI DE DEUS, não de Moisés, como muitos gostariam que não fosse, para assim dizer, que a LEI foi abolida.

    O texto de Mt.5:17-19 diz>> Antes, uma observação: Veja que acima do verso 17, existe uma afirmação que diz:
    "O CUMPRIMENTO DA LEI E DOS PROFETAS".
    Verso 17>> "Não cuideis(ou penseis)que vim destruir a LEI ou os profetas: Não vim ab-rogar, mas cumprir. 18>> Porque em verdade vos que, até que o céu e a terra passem, nem um "j" ou um "til" se omitirá da LEI, sem que tudo seja cumprido. 19>> Qualquer, pois, que violar um destes mais pequenos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; àquele, porém, que os cumprir e ensinar, será chamado grande no reino dos céus.".

    Perceberam a mensagem dos textos?
    É de advertências, ou seja, aquele que não cumprir o que o próprio CRISTO disse, não herdarão o reino dos céus. Ora, se não pode retirar nem um "j" e nem um "til" da LEI, muito menos um mandamento por completo, que é neste caso, o 4º Mandamento, conhecido por todos que se trata do SÁBADO.
    UMA OBSERVAÇÃO: Notem que estas passagens citadas pelo autor, ele não citou o verso 19. Sabem porque?
    Porque este afirma o que acontecerá com quem adulterar seja qual for o texto bíblico, não só este, do estamos tratando, mas a BÍBLIA TODA
    ( compare com Apc.22:18-19 ).
    Essa dele dizer que nem os "ADVENTISTAS AFIRMAM ISSO", é mais uma das mentiras do pessoal do CACP.

    Saudações em CRISTO;

    ORLANDO R. NETTO.

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  9. Ora, se não pode retirar nem um "j" e nem um "til" da LEI, muito menos um mandamento por completo...

    Essas são palavras do Sr. Orlando.
    Entretanto o Sr. Orlando e seus "professores pastores mais iteligentes, e bíblico, e sábio e etc..."
    Distorcem o texto de Lc.23.43,dizendo que existe um erro de tradução da biblia.
    Qual seria esse erro?

    É que os colegar ai dizem que esse texto deve ser interpletado assim:
    "E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso"

    Será isso verdade?
    A única forma de saber é estudando sobre esse versículo, e então saberemos a verdade.

    Bem se você ao estudar, descobrir que esse texto não está certo segundo a tradução ou dedução dos ASD, então perceberá que os mesmos não merecem crédito de nossa parte.

    Os mesmos também querem validar o sábado como dia de guarda, como um sinal de Deus para os escolhidos da igreja (ou seja quem não guarda o sábado não tem o sinal de Deus, e sim a da besta), e assim por diante seguém venerando o sábado, em vez de Jesus.

    Se acharem que isso é mentira, veja os seus folhetos evangelisticos, falam mais do sábado do que de Jesus.
    Eu tenho um aqui em casa, e isso é verdade.
    Sem mais comentários!

    Jean Patrik

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  11. Ola Caro Jean como um membro da Igreja Adventista do 7º Dia fiquei na obrigação de dispor as pessoas leigas de um mini curso Bíblico sobre a Guarda do Sábado.
    1. O que fez Deus depois da Criação?
    Gênesis 2:1 a 3
    Uma das coisas santificadas por Deus o Sábado.

    2. Mencionou Deus o sábado nos mandamentos?
    Êxodo 20:8-11

    3. De que é o sábado um sinal?
    Ezequiel 20:12 e 20
    A aliança que Deus fez. Analise o que Deus disse no verso 20 "... o sábado fará com que lembrem que eu sou o Senhor, o Deus de vocês".

    4. Que bençãos receberão os que guardam o sábado?
    Isaías 58:12 a 14 Deus será uma fonte de alegria para os que guardam a lei e fará que vençam as dificuldades no final do verso DEUS reeafirma " .. Eu, o Senhor, falei."

    5. Jesus guardou o Sábado?
    Lucas 4:16

    6. Depois da morte de Jesus que dia seus seguidores guardaram?
    Lucas 23: 55 e 56

    7. Que dia Paulo guardou?
    Atos 17:2 "Conforme o seu costume, Paulo foi lá enos três sábados seguintes falou sobre as Escrituras Sagradas .." Paulo guardava o sábado e isso foi após a morte de Jesus, Paulo era romano e se converteu atráves de um encontro com Jesus na estrada que vai para Damasco, Jean você queria uma citação da bíblia que falasse sobre um gentio guardar o sábado acho que achou o que você procurava.

    8. Que sabemos dos primeiros Cristãos?
    Atos 13:42 a 44 "No sábado seguinte quase todos os moradores da cidade foram ouvir a palavra do Senhor." Eles estavam em Antioquia a igreja era maioria de gentius ou nao judeus leias o resto do verso 44 a 52, é isso ai Jean mais um verso que prova que o sábado foi instituido sim e estava sendo guardado pelos não judeus.

    9. Será o sábado guardado nos céus?
    Isaias 66:22 e 23. No céu
    "... virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor."

    Bem Jean acho que tudo isso já é o bastante para explicar o porque guadamos o Sábado, há Ellen White não fala nada mais e nem menos do que está na bíblia ela não nega nenhuma afirmação que está na bíblia só reforça suas palavras.
    E o que você está fazendo tem sérias consequencias.
    Você comparou a lei de Deus como se quando você faz uma faxina na casa e tira o que não interessa, se no céu será adorado o sábado isso não interessa? E um homem falando sobre tirar o que não interessa sobre algo que Deus escreveu, se estiver na bíblia algo escrito sobre Deus abolindo a lei dos Dez Mandamentos, me mande caro Jean.

    Deixo a vc este texto:
    " Eu afirmo a vocês que istó é verdade: enquanto o céu e a terra durarem, nada será tirado da Lei - nem a menor letra, nem qualquer acento. E assim será até o fim de todas as coisas."
    Mateus 5:18 e veja o 17 também Jesus falando que não veio para acabar com a lei mas para dar um sentido completo.

    Jean como você comentou em um de seus artigos que o Deus dos Adventistas não é o mesmo deus seu, agradeço muito pela sua afirmação pois você falou corretamente ele não mesmo. Amém por isso.

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