segunda-feira, 11 de outubro de 2010



ANÁLISE HISTÓRICA

O        Movimento Católico Pentecostal começou em Pittsburgh, Pensilvânia, Estados Uni­dos, na Universidade de Duquesne, dirigida pela fundação “Padres do Espírito Santo”. Em 1966, dois professores leigos de teologia, de Duquesne, Ralph Kefer e Bill Storey, começa­ram uma busca espiritual que os levou a ler os livros “A Cruz e o Punhal”, de David Wílkerson, e “Eles Falam em Outras Línguas”, de John Sherrill. Depois de ler esses livros, os dois homens começaram a procurar alguém na região de Pittsburgh, que tivessem recebi­do o batismo no Espírito Santo, com acompanhamento de línguas. Com o tempo e com a ajuda de um sacerdote da Igreja Episcopal entraram em contato com um grupo de oração liderado por presbiterianos. Neste grupo de oração pentecostal Kiefer e Storey foram batizados no Espírito Santo e falaram em línguas que nunca tinham aprendido.
Esses dois professores planejaram então um retiro de fim-de-semana para vários amigos, a fim de buscarem o derramamento do Espírito Santo na Igreja Católica. Cerca de vinte professores, estudantes formados e suas esposas reuniram-se durante o fim de semana, de 17 a 19 de fevereiro de 1967, em Pittsburgh, para a primeira reunião católica de oração em busca do Espírito Santo. Os participantes foram solicitados a ler os primeiros quatro capítulos de Atos e o livro “A Cruz e o Punhal”. As reuniões se realizaram numa grande casa de retiro conhecida como “A Arca e a Pomba”. Com o passar do tempo, esse encontro foi apelidado de “o fim-de-semana de Duquesne”.
Naquele final de semana, depois de um estudo intensivo do livro de Atos e de um dia devotado à oração e estudo, muitos dos participantes estavam ansiosos por buscar o batismo no Espírito Santo, mas uma festa de aniversário de um dos padres estava programada para o sábado à noite. À medida que a festa começava, um senso de convicção e expectativa permeou o ambiente; logo, um estudante após outro escapuliu da festa e subiu as escadas da capela para orar.
Coisas estranhas começaram a acontecer àqueles jovens, à medida que começaram a buscar do Senhor a plenitude pentecostal. Um estudante chamado David Mangan entrou na sala e foi de repente lançado por terra pelo Espírito Santo. Ele relatou a seguinte experi­ência:
“Gritei o mais forte que já gritara em minha vida, mas não derramei uma lágrima. De re­pente, Jesus Cristo era tão real e tão presente que eu podia senti-lo ao redor. Fui dominado por tal sentimento de amor que não posso descrevê-lo.”
Mais tarde todo o grupo abandonou a festa lá embaixo e reuniu-se na capela para a primeira reunião de oração católica buscando o batismo no Espírito Santo. Patrícia Gallagher descreveu a reunião deste novo “cenáculo”, assim:
“Naquela noite o Senhor levou todo o grupo para a capela. Orações emanavam de mim para que outros viessem conhecê-lo também. Minha antiga timidez para orar em voz alta foi-se completamente, à medida que o Espírito Santo falava através de mim. Os professores então impuseram as mãos sobre alguns dos estudantes, mas a maioria de nós recebeu o “Batismo no Espírito” enquanto estávamos ajoelhados diante do discernimento, profecia e sabedoria, mas o dom mais importante foi o fruto do amor que uniu toda a comunidade. No Espírito do Senhor nós achamos uma unidade pela qual tentáramos há muito tempo alcançar por nossa força.”
À medida que esses buscadores católicos oravam até alcançar o Pentecostes, muitas coisas semelhantes às dos pentecostais clássicos começaram a ocorrer. Alguns riam incontrolavelmente “no Espírito”, enquanto um jovem rolava pelo chão em êxtase. Gritar louvores ao Senhor, chorar e falar em línguas caracteriza­ram este início do movimento na Igreja Católica. Não é à toa que foram chamados de “Católicos Pentecostais” pelo público e imprensa, quando as notícias sobre os estranhos eventos em Pittsburgh se espalharam.
Da Universidade de Duquesne o movi-espalhou para a Universidade de Notre Dame, em Soth Bend, Indiana. Este acontecimento veio depois da carta de Ralph Kiefer, que incitou o interesse de vários líderes entre os estudantes e professores que também estavam interessados na renovação espiritual da igreja. Depois de alguma investigação e cepticismo inicial, mais ou menos nove estudantes se reuniram no apartamento de Bert Ghezzi e foram batizados no Espírito Santo.
Eles, porém, não manifestaram nenhum dom espiritual evidente. Para solicitar ajuda, contata­ram Ray Bullard, um membro das Assembléias de Deus e presidente da Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno de South Bend. Ghezzi descreve como este grupo de intelectuais católicos recebeu o dom de línguas.
“Fomos a casa de Ray na semana seguinte e nos reunimos em seu porão com onze ministros pentecostais de toda a Indiana, acompanhados de suas esposas. Eles passaram a noite tentando persuadir-nos de que se tivéssemos sido batizados no Espírito teríamos falado em línguas. Nós os deixamos cientes de que estávamos abertos para falar em línguas, mas ficamos firmes em nossa convicção de que já fôramos batizados no Espírito, porque podíamos ver isto em nossas vidas. O problema ficou resolvido porque nós estávamos querendo falar em outras línguas desde que isto não fosse visto como uma necessidade teológica para ser batizado no Espírito. A certa altura, dissemos que estávamos dispostos a fazer uma experiência, e um homem explicou-nos as implicações disto. Bem tarde naquela noite, passando da meia-noite, lá embaixo, naquele porão, os irmãos nos alinharam em um lado do cômodo e os ministros se colocaram do outro lado. Então começaram a orar em línguas e a caminhar em nossa direção com as mãos estendidas. Antes de eles nos alcançarem, muitos de nós começaram a falar e cantar em línguas”.
Depois de ficarem um tempo orando em Línguas, Ghezzi diz que os amigos pentecostais perguntaram a eles quando deixariam a Igreja Católica e se juntariam a uma igreja pentecostal.
“Realmente a pergunta nos deixou um pouco chocados. Nossa resposta foi que não deixaríamos a Igreja Católica, pois o fato de sermos batizados no Espírito estava totalmente compatível com nos­sa crença na Igreja Católica. Asseguramos aos nos­sos amigos que tínhamos grande respeito por eles e que teríamos comunhão com eles, mas que permaneceríamos na Igreja Católica”.
“Penso que é significativo o fato de que aqueles entre nós, que foram batizados no Espírito Santo naquela época, nunca pensaram em abandonar a Igreja Católica Romana.”
“Nossos amigos pentecostais tinham visto católicos se juntarem a igrejas pentecostais quando foram batizados no Espírito, mas porque não fizemos isto, a renovação carismática católica se tornou possível.”
Os eventos de Duquesne foram agora repetidos em Notre Dame — a capital intelectual do catolicismo americano. Os jornais dos campings logo começaram a publicar as inacreditáveis notícias do que estava acontecendo ali. Apesar de serem considerados por alguns como “fanáticos” e “extremistas”, os novos pentecostais de Notre Dame incluíam vários respeitáveis professores de teologia e destacados estudantes que se tornaram líderes nacionais do movimento. A maioria deles estava na faixa dos vinte anos. Sob sua hábil e inspirada orientação, o movimento alastrou-se como fogo entre católicos nos Estados Unidos e posteriormente ao redor do mundo.
Por volta de 1974, o movimento abandonou o termo “pentecostal” por outro mais neutro:
“carismático”, para não ser confundido com os pentecostais mais antigos. Durante aquele ano, calcu1a-se que o número de grupos de oração na América tenha sido de 1.800 e no mundo todo de 2.400. O número de participantes ao redor do mundo foi estimado em 350.000. Entre esses calcula-se que 2.000 sacerdotes se junta­ram ao movimento.
Uma característica bem peculiar da Igreja Católica é sua flexibilidade para assimilar novas tendências, sem dividir. Isto aconteceu com o Movi­mento Carismático Católico que alcançou seu ápice na década de 70, mas, com o tempo, a hierarquia católica começou a dar algumas diretrizes ao movimento para que se tornasse mais católico. Entre essas diretrizes estava uma ênfase maior na participação da missa, eucaristia e na veneração a Maria. Apesar de não repudiarem explicitamente essas coisas, os católicos carismáticos tendiam a centralizar a pessoa de Jesus em detrimento do culto a Maria e aos santos. Quando começaram a ser pressionados sobre isto, muitos que já tinham contato com grupos pentecostais ou protestantes carismáticos deixaram a Igreja Católica e se vincularam a esses grupos. A maioria, porém, aceitou docilmente as posições defendidas pelo papa e pela hierarquia, e assim o movimento esfriou-se e se tornou mais um departamento dentro da Igreja Católica.
 
Brasil
No Brasil, o movimento carismático chegou em 1974, no Estado de São Paulo, através dos padres jesuítas, entre eles o padre HaroldJ. Rahm, e a cidade escolhida foi Campinas. A estratégia de começar o movimento carismático nessa cidade do interior do Estado de São Paulo se prende ao fato de lá se concentrarem muitos missionários evangélicos norte-americanos, oferecendo assim ameaça às tradições católicas campineiras. De Campinas a RCC se espalhou para todo o Brasil. O crescimento do movimento se deu rapidamente entre os católicos, apesar das restrições impostas pelo clero brasileiro que nunca simpatizou com a RCC. Na clandestinidade o movimento praticamente tornou-se de leigos, e poucos padres apoiavam. Mesmo assim, após 25 anos, os carismáticos dizem ser hoje oito milhões no país e cinqüenta milhões em todo o mundo.

Objetivo da RCC

O  atual objetivo desse movimento é o ECUMENISMO, e para que esse objetivo fosse alcançado teve-se em mente atingir de modo específico os evangélicos pentecostais, e isto por duas razões:
1) Dentre os evangélicos, os pentecostais se demonstravam os mais arredios contra a pretensão de promover o ecumenismo, proposto pelo Concílio Vaticano II;
2) O interesse evangelístico do povo pentecostal afastando muitos católicos da sua grei. O crescimento fenomenal do povo pentecostal no Brasil causava terrível preocupação à lide­rança católica.
A RCC tem pois como objetivo segurar o católico dentro da sua própria Igreja e restaurar suas práticas e crendices. Assim, a RCC não está interessada em trazer o povo a uma vida nova em Cristo, mas em torná-lo católico praticante, ter orgulho de ser católico.
O que traz a renovação bíblica?
Na Bíblia encontramos alguns exemplos de busca da renovação ou avivamento espiritual. No livros dos Reis (II Reis 22) temos o exemplo do rei Josias, foi o último dos reis justos do Reino do Sul, Judá. Aos dezesseis anos começou a invocar ao Senhor com toda a sinceridade (II Cr 34.3) e, como prova de seu amor e obediência a Deus, começoua destruir a idolatria do meio do povo (o culto a imagens e deuses) (II Cr 34.3-4). Restauran­do o templo, foi encontrado o Livro da Lei, escrito por Moisés (II Cr 34.15). Surge uma nova postura do rei e do povo diante da Pa­lavra de Deus, e todo o país experimentou uma renovação espiritual (II Cr 23.1-21).
Os resultados que encontramos na re­novação espiritual do rei Josias são:
• “E fez o que era reto aos olhos do Senhor...” (II Rs 22.2);
• Ordenou que reparassem “... as fendas da casa do Senhor...” (II Rs 22.5);
• Provou crer na Palavra de Deus e aceitou sua mensagem (II Rs 22.11);
• Consultou a Deus (II Rs 22.13). Josias queda saber se os pecados do povo de Judá tinham chegado a um ponto em que o juízo era inevitável;
• .... .fez o concerto perante o Senhor, para andarem com o Senhor e guardar os seus testemunhos, e os seus estatutos, com todo o co­ração e com toda a alma...” (II Rs 23.3);
• Destruiu a idolatria (II Rs 23.4-20), “...semelhantemente quebrou as estátuas e cortou os bosques, e encheu o seu lugar de ossos de homens...” (II Rs 23.24);
• Celebrou a “festa bíblica da Páscoa” (II Rs 21.21);
• “...e antes dele não... (II Rs 23.21-22).
Assim a renovação espiritual do rei Josias observa princípios bíblicos, e não a tradição idólatra em que o povo e o reino se encontravam, não obstante o reino ser uma instituição estabelecida e ungida por Deus, e o princípio bíblico essencial para um verdadeiro avivamento é o arrependimento sincero de pecados. Sempre que há arrependimento verdadeiro, pecados específicos são reconhecidos, falsos mestres e irmãos são devidamente disciplinados, práticas pagãs e mundanas são abandonadas e os padrões de santidade são restaurados. Falar de renovação ou avivamento espiritual, sem incluir mudança de atitude, ou sem arrependimento, significa que não há propósito sadio e real de mudança no coração e na maneira de viver do povo.
Neste aspecto a RCC está mais parecida com uma imitação do que venha a ser o avivamento bíblico. Na RCC não existe arrependimento de pecados, mas, sim, a tentativa de um “orgulho católico”, “sou feliz por ser católico” etc. Em declaração de Kevin e Dorothy Ranaghan, no livro “Cató­licos Pentecostais”, li edição, de 1972 — Pindamonhangaba, SP, diz: “as orações continuavam, porém, em meio de um alegre bate-papo. Um
jovem casal permanecia de mãos dada.s. Uma moça bebia Coca-Cola. Um homem oferecia um cigarro a alguém. Quando eles, em seguida inicia­ram um cântico... “pág. 61 e 62. Desse breve rela­to, pode-se perceber que as reuniões daqueles católicos não possuíam nenhum elemento visível de uma busca por um avivamento real, mas permanecem na indiferença e com seus antigos vícios e práticas. Isso é visível na maioria dos adeptos da RCC. Não há arrependimento, mudança de vida, libertação dos vícios, com raríssimas exceções. Trata-se de uma renovação de práticas e crendices do catolicismo popular, e não de renovação bíblica. Imagine o leitor o rei Josias e o povo de Judá: se ao invés do arrependimento real tivessem revigorado as práticas e crendices de sua época! O movimento de Josias seda tão pagão quanto a RCC.
Na época de Esdras ocorreu algo de menor vulto ocorreu, mas que levou o povo a se separar das mulheres pagãs para evitar a idolatria e fazer o povo a observar os mandamentos do Senhor (Ed 9 e 10).
Já, o derramamento do Espírito Santo na vida dos 120 discípulos que esperavam a promessa de Jesus, após receberem o poder, fez que se tornassem testemunhas de Jesus, e suas mensagens estão registradas na Bíblia, mensagens cristocêntricas. (At 1.8; 2.22-36; 3.13-26; 4.8-22 e 32-33 etc).
Podemos observar isso com os primeiros católicos que receberam o batismo com o Espírito Santo. Muitos deles deixaram o catolicismo, quando foram proibidos de permanecer glorificando só a Cristo, que é uma das funções do Espírito Santo. (Jo 16.14) Interessante é analisarmos o depoimento dos primeiros católicos que receberam o batismo no Espírito Santo. No livro “Católicos Pentecostais” de Kevin e Doroth Ranaghan diz: (grifo nosso)
Cristo no Centro
• “Todos ali professavam a crença de que Jesus Cristo estava presente na sala, e que o Espírito Santo também estava lá”. p. 10;
• “A um lado, certa moça contou como um amigo conduziu-a a Jesus” p.10.
• “Em toda a parte constatávamos sinais do povo de Deus ansiando por uma renovação pessoal em Cristo, por ser a comunidade que Cristo queria para apresentar, doravante, a maneira eficaz,Jesus Cristo, ao mundo moderno” p.11.
• “Essencialmente é um movimento de fé e oração;fé em Jesus Cristo e ora do confiante a ele...” P.11.
• “Alguns católicos de nome, mas que tinham abandonado completamente a Cristo, voltaram verdadeiramente para ele...”p.14
• "... Jesus caminha e fala conosco, que ele cumpre realmente suas promessas, que ele é realmente Emanuel —Deus conosco” p. 14;
• “Esses homens eram homens de oração, cujas vidas foram centralizadas na adoração de nosso Pai, em e através de Jesus Cristo”p.16;
• “...sua fonte de poder deveria ser o amor redentor de Cristo ressurreto”p.16;
• “...cada palavra era um grito para todos ouvirem ‘jesus Cristo é o Senhor’..” p.18;
• ‘jesus tornou-se familiar para eles de uma maneira nova..” p. 29;
• “Muitos se converteram de uma vida de peca­do, outros de dúvidas intelectuais, passando a aceitar o Senhor Jesus através de maduros atos de fé.” p.35.
O retorno ao cristocentrismo que aconteceu com a RCC alcançou seu ápice na década de 70.
Maria No Centro
Infelizmente, com o tempo, a hierarquia católica conservadora e extremamente devotada a Maria, começou a dar novas diretrizes ao movimento, para que se tornasse mais católico. Entre essas diretrizes estava uma ênfase maior na participação da missa e eucaristia e na veneração de Maria.
Apesar de não repudiarem explicitamente essas coisas, os primeiros católicos carismáticos tendiam a centralizar tudo a pessoa de Jesus uma vez que o
Espírito Santo os levava a isso, em detrimento do culto a Maria, aos santos e a outras práticas específicas do catolicismo. Quando começaram a ser pressionados sobre isto, muitos que realmente tinham experimentado o batismo com o Espírito Santo e conhecendo a sua função, deixaram a Igreja Católica e se vincularam a igrejas pentecostais. A maioria, porém, aceitou docilmente, tentando adaptar, suas crenças, as posições defendidas pelo papa e pela velha hierarquia, e assim o movimento esfriou-se espiritual­mente e se tomou mero departamento da Igreja Católica. Muitos carismáticos hoje não adoram Ma­ria, nem aos santos, não aceitam muitas práticas e crendices da Igreja Romana; outros acreditam que as práticas estranhas às Escrituras, que existem na Igreja Católica, paulatinamente poderão desaparecer, e outros ainda admitem os erros do catolicismo, mas por temerem um cisma procuram conviver com a idolatria e esses erros.
O pior é que a RCC do Brasil está trazendo para os católicos as idéias mais conservadoras e as terríveis crenças do catolicismo popular, a ponto de não ser mais Jesus que batiza com o Espírito Santo, mas a Virgem Maria, e assim vai.
 
O Que Muda Com a RCC
A velha e cansativa liturgia na Igreja Católica Romana é substituída pela RCC, como se fosse um alegre culto evangélico pentecostal: muita música, corinhos, orações, gestos, palmas etc. A liturgia é com muita participação popular. Existe dentro desse assunto “nova liturgia” ou “uma nova forma de cultuar”, alguns aspectos positivos, já que a imitação ou o plágio, feito pela RCC, das igrejas evangélicas pentecostais, faz que a “liturgia barulhenta e alegre” das igrejas pentecostais, deixe de ser marginalizada e repudiada e torna-se legitimada. Os cultos evangélicos pentecostais agora já não são motivo de chacota ou, como diziam: “seitas do mal” ou “manipulação coletiva”, agora copiadas ou “clonadas” pela RCC, tomam-se a vedete da mídia. Os jargões evangélicos tais como: “Deus é dez”, “Amém, Jesus” e os corinhos, hinos, como “Anjos de Deus”, “Senhor, põe um anjo”, “A alegria está no coração”, tornaram-se sucessos repentinos; já não são músicas caretas dos crentes. No livro Missa de Libertação, do padre Marcelo Rossi — Editora Vozes, páginas 36 a 124, encontram-se aproximadamente 40 cânticos evangélicos. Muitos desses corinhos já em desuso nas igrejas evangélicas pentecostais torna­ram-se verdadeiro sucesso na RCC, posto que alguns deles sejam adaptados à concepção católica.
Entre os aproximadamente 88 cânticos copiados e usados (das igrejas evangélicas) pela RCC, registrados no livro Missa de Libertação, do padre Marcelo Rossi, quase todos são cristocêntricos. Assim, nesse sentido, a manolatria é derrotada em dois aspectos:
1.     a Igreja Romana começa a falar mais sobre o Senhor Jesus, o Filho de Deus, o Deus do templo (Maria) e “menos do templo (Maria)”;
2.     os adeptos da RCC começam a dirigir-se mais a Jesus.
O     uso da Bíblia pela RCC passa a ser algo mais precioso. Não se envergonham de carrega-la, o que outrora era costume exclusivo dos evangélicos, agora torna-se um objeto de grande valor para os carismáticos. Também ainda cambaleante começa a “incentivar” a leitura e o estudo da Bíblia. Graças a isso muito adeptos da RCC tiveram a experiência do novo nasci­mento e a libertação dos dogmas de Roma.
A oração é outra prática ainda mal direcionada na RCC, mas um grande avanço para o catolicismo romano. Assim, muitos adeptos da RCC, estão orando corretamente ao Pai, em nome do Senhor Jesus, (Jo 14.13-14) buscando a inspiração do Espírito Santo, foram libertos do romanismo e da escravidão dos vícios.
Há outro aspecto interessante da RCC, que é a luta contra a imoralidade, contra as drogas e coisas semelhantes. Sem dúvida, nesses aspectos rapidamente analisados podemos ver grande mudança na forma de “cultuar” na Igreja Romana.
A difícil palavra ministrada pelos “cultos sacerdotes romanos” agora é substituída pela RCC por uma linguagem mais coloquial, fácil e prática. Ex.: “Deus é dez.
Os eruditos cânticos sacros são substituídos por corinhos populares de fácil memorização e com muita alegoria. Ex.: “Louvai a Deus” ou “Anjos de Deus”.
A linguagem direta e o uso da mídia, especialmente a TV, dão condições de uma rápida expansão.
 Padres jovens e de boa aparência, trabalhando com a idéia de “orgulho católico”, “sou católico, graças a Deus ou “sou feliz por ser católico” etc. Padres que são atletas, halterofilistas, surfistas, jogadores de futebol, cantores, muitos artistas, empresários etc, fazem parte da nova aparência, fruto da RCC.
 
A RCC É CRISTOCÊNTRICA OU MARIOCÊNTRICA?
A) QUE É CRISTOCÊNTRISMO? É ter Jesus Cristo como centro da fé, como a Bíblia Sagrada nos ensina; é ter a Jesus como único e suficiente Salvador, Mediador, Consolador (Jo 14.6; 1 Tm 2.5; Hb 7.25; 9.14-15).
B) QUE É MARIOCENTRISMO? É ter Maria como centro da fé, como mediadora, consoladora, intercessora.
C)  EXISTE CRISTÃO CRISTOCÊNTRIC0 E MARIOCÊNTRICO? Não, ninguém pode ser­vir a dois senhores (Mt 6.24); há um só Senhor (1 Co 8.5-6); há um só Salvador (At 4.12); há um só Mediador (1 Tm 2.5).
Na análise histórica da RCC fica claro que no início do movimento há um grande retorno ao cristocêntrismo bíblico, ao passo que, com a ingerência dos bispos e autoridades católicas conservadoras, a RCC muda o rumo que o Espírito Santo quer dar a todo o cristão que recebe sua presença, que é “glorificar a Jesus Cristo” e voltar para os dogmas romanos, especialmente o culto e devoção a Maria e às crendices do catolicismo popular.
Mariocentrismo e  a Mariolatria na RCC
No livro do padre Marcelo, intitulado “Aprendendo a dizer sim com Maria”, Editora Vozes, Petrópolis, 1998, se diz: (grifo nosso)
“Maria... Em sua humildade, fidelidade e ca­pacidade de amar, tornou-se divina’(pág. 7).
“Aqui veremos o que fazer para ter contato maior com a nossa Mãe que, em todos os momentos, por sua intercessão. nos guarda em seu coração e nos conduz à santidade. (pág.7).
Maria é o refugio para nós pecadores”. (pág. 10).
Finalmente, na conclusão, padre Marcelo de­clara: «Maria ë medianeira de toda as graças”...“Se ela é um canal que leva até seu Filho. É um meio também de se chegar a Deus(Pág. 30).
Nas missas de libertação no Santuário do Terço Bizantino, a estrela da RCC, pelo menos segundo a imprensa, padre Marcelo Mendonça Rossi, mostra como é seu culto, na procissão entre os fiéis. Carrega-se a imagem da Senhora Aparecida do Brasil na frente, depois um grande cruz com a imagem do Cristo, e o padre Marcelo vem logo atrás benzendo as pessoas com o sinal da cruz usando o ostensório.
Em declaração na TV Bandeirantes, no dia 20 de dezembro de 1998, intitulado “Padre Marcelo — uma história de sucesso”, a mãe do padre Marcelo deu esta absurda declaração acerca de Maria: “os católicos não são órfãos, porque possuem uma mãe”. Certamente ela referia-se a Maria, mãe de Jesus. Porém a Bíblia Sagrada, no Evangelho de João diz: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixareis órfãos, voltarei para vós outros”. “...mas o Consolador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em seu nome, esse vos ensinará todas as cousas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”. (Jo 14.16-18 e 26). Portanto, o cristão não é órfão, não pelo fato de ter Maria por mãe, mas sim, por ter o Espírito Santo de Deus, como Consolador conforme dizem as Escrituras Sagradas.
É comum também observar que os adeptos da RCC usam em seus automóveis não a figura de Cristo, mas o colante da imagem de Maria, além de muitas frases de conteúdo mariano. “Tudo por Jesus. Nada sem Maria.”
Pode o Espírito Santo glorificar Maria ou os santos?
Jesus disse.sobre o Espírito Santo: “Ele me glorificará, porque receberá do que é meu...” (Jo 16.14). A Bíblia diz que a glória é devida só a Deus: “... a minha glória, pois, a outrem não darei...” (Is 42.8). Assim o Espírito Santo glorifica somente a Jesus Cristo, mas o “espírito” da RCC glorifica Maria, mãe de Jesus. Vejamos o que a RCC. diz nos seus testemunhos:
“O Espírito Santo tem preenchido cada parte da minha experiência religiosa... Descobri uma profunda devoção a Maria...” (Católicos Pente­costais, p 92)
“Como muitos dos nossos amigos já descobriram, o Espírito Santo renovou nosso amor pela Igreja... As devoções naturais, como a de Maria, por exemplo, tornaram-se mais significativas (e eu era um dos que colocavam Maria completamente fora de cena, anos atrás) “ (Católicos Pentecostais, p. 114).
“Sem nenhuma emoção que acompanhasse o acontecimento, mas com grande calor no corpo e uma grande segurança, convidei todos os presentes para me acompanharem no Magnificat (cântico de Maria)” (Católicos Pentecostais, p. 121)
“Naquela reunião houve um duplo dom de Deus. A reunião tomou daquele momento em diante, um sabor nitidamente mariano. A oração, as discussões e as reflexões centralizavam-se em Maria como tipo de todos os cristãos, que cobertos e fortalecidos pelo Espírito de Deus, trazem Cristo ao mundo. Alguns de nós, que não somos chegados à devoção Mariana excessiva, ficamos um pouco perturbados após aquela reunião. Ficávamos um pouco apreensivos pensando que o Espírito de Deus não ficaria muito satisfeito em ver o centro de nossas
atenções passava de Jesus Cristo para Maria. Ficamos confundidos e alegres ao mesmo tempo, ao descobrirmos que o dia seguinte era uma das maiores festas marianas do ano, no calendário litúrgico.., foi uma preparação dirigida pelo Espírito para a festa que se seguia...” (Católicos Pentecostais, p. 226).
Após analisarmos esses testemunhos de membros da RCC, perguntamos corno pode o Espírito Santo de Deus induzir a uma forma errada de orar, quando a Bíblia inspirada por Ele nos diz que o Espírito de Deus nos ensina a orar como convém (Rm. 8.26,27)?
Harold J. Rahn é um jesuíta, veio dos E.U.A. para o Brasil investido da incumbência de estimular aqui o desenvolvimento carismático católico. No seu livro “Sereis Batizados No Espírito”, Rahn reconhece as “vantagens da renovação carismática” na “Nova apreciação da igreja, da liturgia, da eucaristia, de Maria’. (p. 38). O jesuíta diz que a única devoção de Jesus na ter­ra foi a sua devoção a Maria e essa “continua sendo a devoção de Jesus no Céu.” (p. 41). No cúmulo da idolatria, Rahn diz: “Aleluia a Maria...” (p. 196). Ora, ALELUIA, que quer dizer “Louvai a Deus”, por seu próprio sentido, só pode ser atribuída a Deus.
Vejamos outras citações:
“Após o meu batismo no Espírito Santo, senti uma necessidade muito clara de recitar o rosário... Nunca antes eu tivera tal sentimento do papel de Maria conduzindo-me à plenitude de Cristo e do Espírito... Eu oro realmente pelo Papa na missa agora, e embora possa parecer ridículo, começo a orar a ‘Ave­Maria’quando dirijo meu carro e paro em um sinal de trânsito...” (A Renovação Carismática e a Experiência Irlandesa, de autoria de Thomas Flyunn, p. 92 e 93).
Não é Maria que nos conduz à plenitude de Cristo e do Espírito Santo. Jesus nos conduz à plenitude do Espírito, pois é ele quem batiza no Espírito, segundo João Batista. (Mt 3.11) Quem conduz à plenitude de Cristo, por sua vez, é o Espírito Santo, acerca do qual Jesus disse: “Receberá do que é meu”.
A devoção a Maria tem sido reforçada pelo movimento carismático” (O MOVIMENTO PENTECOSTAL NA IGREJA CATÓLICA, Frei E. D. O’Conner, p. 167). No livro de O’Gonner se diz:
“Certas pessoas, que sempre foram devotadas a ela (Maria), se regozijaram por verificar que o Espírito Santo a faz cada vez mais venerável. Muitos, cuja devoção tem sido branda, torna­ram-se mais fervorosos, e em alguns casos até ardorosos fiéis. Um casal conta como o seu grupo de oração foi se reduzindo aos poucos até ficar apenas com mais um casal. Por último, em um dos cultos, os quatro se sentaram em silêncio durante uma hora, apenas ouvindo o que Deus poderia desejar falar. Depois resolveram cultivar a devoção à Maria” (A CONFUSÃO CARISMÁTICA, apostila 17, da “Voz dos Mártires”, Stanley Mawhínney, pág 4).
Os católicos carismáticos costumam citar um versículo fora do contexto e distorcido para dizer que o Espírito Santo glorifica Maria. Vejamos o versículo e analisemos a sua inconsistência:
e Isabel ficou cheia do Espírito Santo, e exclamou em voz alta: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto de teu ventre”. (Lc 1.41,42)
Ora, neste versículo, quando Isabel estava cheia do Espírito e fez a exclamação a Maria, não a estava glorificando, mas estava profetizando ou revelando. O Espírito Santo revelou a Isabel quem estava no ventre de Maria. Então Isabel disse que Maria era uma mulher feliz ou bendita, por trazer Jesus em seu ventre. Anos antes disso, a profetiza Débora, cheia do Espírito profetizou a Jael:
“Bendita entre todas as mulheres será Jael” (Juízes 5.24). Ora, nesse caso, como no outro, houve apenas uma revelação de que aquelas pessoas seriam felizes por determinada realização de Deus.
Zacarias, cheio do Espírito Santo, profetizou para seu filho João Batista:
“Zacarias, seu pai, ficou cheio do Espírito Santo e profetizou, dizendo: “...E tu menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos” (Lc 1.76) Aliás, sobre Maria ser bendita, vejamos o que Jesus disse: “Ora, enquanto ele dizia estas coisas, certa mulher dentre a multidão levantou a voz e lhe disse: Bendito o ventre que te trouxe e os peitos em que te amamentaste. Mas Ele respondeu: Antes, benditos os que ouvem a palavra de Deus, e a observam” (Lc 11.27-28)
Jesus, na terra, rejeitou toda parceria a Ma­ria. Da mesma forma o outro Consolador, o Espírito Santo, o seu substituto, rejeitará.
 
Vejamos ainda o que diz a RCC:
“Era normal que a mãe (Maria) presidisse, fosse madrinha desse batismo no Espírito San­to à igreja que no dia de Pentecostes iniciava a sua vida oficial sobre a terra... é ela a esposa do Espírito que melhor que ninguém nos pode obter as suas graças e a renovação incessante do Pentecostes para todos os membros do seu filho. Por isso, a justo título, é chamada Mãe da Igreja”. (SEREIS BATIZADOS NO ESPÍRITO SANTO, Harold Rahn, p. 70)
Vemos aqui os seguintes erros:
• Maria não é mãe da igreja. Quando Jesus falou que João era filho de Maria, e Maria era mãe de João, não se referia a uma maternidade universal, mas, sim, ao fato de que após a morte de Jesus, João cuidaria de Maria, já que José estava morto, e seus irmãos eram incrédulos. A prova disto é que a Bíblia diz: “E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa” (Jo 19.27).
• Maria não é madrinha da Igreja no Batismo do Espírito Santo. Primeiro, porque não existe “madrinha” de batismo na Bíblia; segundo, porque a Bíblia não fala que Maria foi a madrinha; terceiro, porque Maria foi batizada com o Espírito Santo no mesmo instante em que os outros o foram (At 1.14; 2.1-4): Como poderia ser batizada e ser madrinha ao mesmo tempo?
• Não é Maria que nos obtém a renovação do Pentecostes, mas Jesus Cristo: “E Eu (Jesus) rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16). “Se Eu (Jesus) for, vo-lo enviarei (Jo 16.7).
Maria não é a esposa do Espírito, já que no rei­no espiritual não há isso: “Não se casam nem se dão em casamento” (Mt 22.30).
A RCC começou com a leitura do livro protestante “A Cruz e o Punhal”, de David Wilkerson, que aceitou que se citasse seu livro no livro “Cató­licos Pentecostais”, no início da RCC. Vejamos agora o que diz David Wilkerson sobre isso tudo:
“Saí fora da Igreja Católica Romana, adorado­ra de ídolos. Ela idolatra inclusive a santa mãe de Jesus, Maria, a qual na Bíblia nunca vemos sendo adorada e muito menos sendo igualada a Deus” (Toca a trombeta em Sião, David Wilkerson, CPAD, p. 144).
 
 O Espírito Santo veio para nos santificar
O Espírito Santo é santo. Ele é o responsável pelo afastamento do pecado e do mundanismo pelos cristãos (1 Pd 1.2). Ele nos trans­forma à imagem de Cristo (II Co 3.18). Liberta do jugo do pecado (Rm 6.14-18) e de toda a obra da carne (Gl 5.19-23). Ele nos convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). Infelizmente não é isso que acontece com a RCC. Observe alguns testemunhos escritos por adeptos da RCC:
“As orações continuaram, porém, em meio a um alegre bate-papo. Um jovem casal permanecia de mãos dadas. Uma moça bebia Coca-Cola. Um homem oferecia cigarros a alguém.
Quando eles, em seguida, iniciaram um cântico que dizia... Senti-me, eu mesma, sendo absorvida por aquilo” - Católicos Pentecostais (p. 61 e 62).
Observemos:
“alegre bate­papo“...jovem casal de mão da­das... ; “ . . moça bebendo Coca-Cola...”; “...oferecendo cigarros.... Tudo numa cordial reunião de oração! Isso porventura inspira? Ajuda a comunhão com Deus? Ainda bem que a RCC nada tem que ver com o movimento carismático evangélico, pois seria escândalo um crente ser encontrado fumando, muito mais numa reunião em que se busca o Espírito Santo: estar sendo realizada com pessoas presentes oferecendo cigarros aos demais (Is 6.3; Ap 4.8; 1 Pe 1.16, Jo 16.8; II Tm 2.19).
“Com os avivamentos (protestantes), veio também uma ética individualista e simplista. A vida limpa é caracterizada por um ‘modo limpo’ de viver, portanto, não fumando, não bebendo, não fazendo maquiagem, não indo ao teatro ou outro divertimento.., esse estilo de vida religiosa é belo, significativo e relevante. Mas não é essencial, nem desejável para o batismo com o Espírito Santo, especialmente entre pessoas de diferentes contextos espirituais (no caso, os católicos)” — Católicos Pentecostais, p.
Em outras palavras, na RCC as pessoas não precisam viver vidas “limpas”, santas, porém.a Bíblia diz “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.16), “e o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo, em toda a vossa maneira de viver, e todo o vosso espírito, e alma e corpo, sejam conservados irrepreensíveis...” (1 Ts 5.21), o nosso corpo é o templo do Espírito Santo (1 Co 6.17-20). (fonte: ICP).
 
  

Reações:

2 comentários:

  1. Infeliz comentário...
    Isso se resume em preconceito religioso...
    Ou seja, falta de massa encefálica.

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  2. Meu amigo vc ñ sabe o q diz, está ariscando ofender a Deus profundamente. Pegue um livro de história e vá aprender, veja onde o agricultor plantou sua semente e assim, verás que foram os protestantes q plantaram o joio mas, é chegada a hora que o ceifador virá cortar o joio e guardar o trigo. Cuidado com os seus pés...

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